Brasil

Após eleições, todos devem unir-se pelo bem comum, diz Temer

Durante o balanço de dois anos de seu governo, presidente disse que ainda há muito a fazer nos próximos sete meses de mandato

Michel Temer: "Espero que, logo depois das eleições, as pessoas apanhem essa concepção e pensem nos fatos políticos para o País" (Adriano Machado/Reuters)

Michel Temer: "Espero que, logo depois das eleições, as pessoas apanhem essa concepção e pensem nos fatos políticos para o País" (Adriano Machado/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 15 de maio de 2018 às 17h49.

Brasília - O presidente Michel Temer disse nesta terça-feira, 15, que sempre trabalhou pela pacificação das várias correntes políticas que existem no País, e pediu que oposição e situação se entendam após as eleições.

"Esse é um momento político-eleitoral, quando várias tendências se contestam e se testam. Mas, após a eleição, haverá um momento político-administrativo, quando todos deverão se unir pelo bem comum, tanto a oposição quanto a situação", avaliou.

Para Temer, os atores políticos não devem se opor apenas por oposição, mas sim oporem-se com argumentos. "Espero que, logo depois das eleições, as pessoas apanhem essa concepção e pensem nos fatos políticos para o País. Não podemos ter brasileiros contra brasileiros", completou.

Segundo o presidente, o texto Constitucional é o que dá unidade à nação. "Nós somos autoridades constituídas. Então, quando se fala de abuso de autoridade, se fala do descumprimento de um preceito legal", acrescentou.

Durante o balanço de dois anos de seu governo, Temer disse que ainda há muito a fazer nos próximos sete meses de mandato. "Se fizemos isso tudo em dois anos, podemos fazer em sete meses pelo menos um terço disso", concluiu.

Acompanhe tudo sobre:Michel TemerGoverno TemerEleições 2018

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro parabeniza Fujimori e organiza alianças com direita latina

Legislativo cria modelo único com foco no desenvolvimento regional em SC

Jaques Wagner deixa liderança do governo no Senado após ser alvo da PF

Preço de passagens aéreas sobe 11% em maio com alta dos combustíveis