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Agregador Inteligov/EXAME: Lyra tem 44,20% e Campos, 42,11%, no 1º turno em Pernambuco

Na véspera da eleição, Lyra e Campos possuem apenas 2,09 pontos de diferença

 (Facebook/Montagem Exame/Reprodução)

(Facebook/Montagem Exame/Reprodução)

Letícia Cassiano
Letícia Cassiano

Colaboradora

Publicado em 3 de outubro de 2026 às 15h22.

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A governadora Raquel Lyra (PSD) registra 44,20% das intenções de voto no Monitor Eleitoral da Inteligov para o governo de Pernambuco, enquanto o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) aparece com 42,11%. A diferença entre os dois é de 2,09 pontos percentuais após Lyra passar de 45,45% para 44,20% e Campos de 41% para 42,11% em relação à medição de 25 de setembro. O agregador utiliza uma média móvel ponderada e atribui pesos diferentes às pesquisas conforme metodologia e data de realização.


Líderes da corrida eleitoral pelo Executivo de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito de Recife, João Campos (PSB), se reaproximaram no último mês e agora possuem apenas 2,09 pontos de diferença. Os dados são da última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME na última sexta-feira, 2.

Nas simulações de primeiro turno, Lyra registra 44,20% das intenções de voto. Desde a medição da sexta-feira anterior, 25 de setembro, ela perdeu 1,25 ponto. Já Campos aparece com 42,11%, após ganhar 1,11 pp no mesmo período.

Entre os demais candidatos, Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1,08% das intenções de voto. Renan Hallais (Missão) tem 0,74%. Camila Falcão (UP) tem 0,46%. Victor Assis (PCO) tem 0,04%. Guilherme Fonseca (PSTU) registra 0,02%. O Professor Jeremias do Banco (Democrata) fecha a lista sem pontuar.

De acordo com o medidor de tendência do agregador, Lyra tende a uma alta de 0,29 pp. Campos, por outro lado, tende a uma queda de 0,17 pp.

Veja os detalhes do Agregador aqui.

Como funciona o agregador?

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.

Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.

Na consolidação realizada até 1 de outubro de 2026 , por exemplo, a base recebeu 49 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 552 levantamentos considerados na iteração anterior.


Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre Raquel Lyra e João Campos no agregador? +

A diferença é de 2,09 pontos percentuais. Raquel Lyra aparece com 44,20% das intenções de voto, enquanto João Campos registra 42,11%.

Como Raquel Lyra e João Campos variaram na última semana? +

Em relação à medição de 25 de setembro, Lyra passou de 45,45% para 44,20%, uma variação de 1,25 ponto percentual para baixo. Campos passou de 41% para 42,11%, uma variação de 1,11 ponto para cima.

Quem são os outros candidatos ao governo de Pernambuco? +

Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1,08%, seguido por Renan Hallais (Missão), com 0,74%; Camila Falcão (UP), com 0,46%; Victor Assis (PCO), com 0,04%; e Guilherme Fonseca (PSTU), com 0,02%. Professor Jeremias do Banco (Democrata) não pontua no agregador.

O que é o Monitor Eleitoral da Inteligov? +

É um agregador de pesquisas eleitorais que reúne levantamentos e calcula os resultados por meio de uma Média Móvel Ponderada. O modelo atribui pesos diferentes às pesquisas de acordo com a metodologia utilizada e a data de realização.

Como as pesquisas recebem peso no agregador? +

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral. Levantamentos realizados por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

Pesquisas mais antigas têm o mesmo peso? +

Não. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Os levantamentos antigos permanecem no histórico, mas perdem influência à medida que novas pesquisas são incorporadas.

Quantas pesquisas fazem parte da base do agregador? +

Na consolidação realizada até 1º de outubro de 2026, a base recebeu 49 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas foram acrescentadas aos 552 levantamentos considerados na iteração anterior.

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