Brasil

Aécio defende votação secreta de veto presidencial

Para o tucano, essa é a única exceção defendida por ele como forma de "preservar a vontade do parlamentar"


	"Preservar o voto secreto na derrubada de veto presidencial é preservar o Parlamento das pressões do poder Executivo, porque, com o voto aberto, com a maioria grande que o governo tem, é muito difícil de ser derrubado (o veto). Então, em todos os outros casos, o voto tem que ser secreto", completou Aécio
 (Pedro França/Agência Senado)

"Preservar o voto secreto na derrubada de veto presidencial é preservar o Parlamento das pressões do poder Executivo, porque, com o voto aberto, com a maioria grande que o governo tem, é muito difícil de ser derrubado (o veto). Então, em todos os outros casos, o voto tem que ser secreto", completou Aécio (Pedro França/Agência Senado)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de julho de 2013 às 16h10.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), defendeu nesta quinta-feira que a votação dos vetos presidenciais pelo Congresso Nacional continue sendo secreta.

Para o tucano, essa é a única exceção defendida por ele como forma de "preservar a vontade do parlamentar".

"Preservar o voto secreto na derrubada de veto presidencial é preservar o Parlamento das pressões do poder Executivo, porque, com o voto aberto, com a maioria grande que o governo tem, é muito difícil de ser derrubado (o veto). Então, em todos os outros casos, o voto tem que ser secreto", completou.

Nesta quarta-feira, 3, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou uma proposta de emenda constitucional que pretende acabar com o voto secreto na maioria das votações do Congresso Nacional.

O texto, apresentado em abril do senador Paulo Paim (PT-RS), permite que todos saibam como os parlamentares votaram nas seguintes hipóteses: impeachment de presidentes da República, indicações de autoridades e de chefes de missões diplomáticas; exoneração do procurador-geral da República antes do fim do mandato; apreciação de vetos presidenciais a projetos aprovados pelo Congresso.

A PEC, contudo, não diz respeito à votação secreta para a eleição dos presidentes do Senado e das comissões temáticas, matéria que consta do regimento interno da Casa. Por isso, o senador Pedro Taques (PDT-MT) pediu a aprovação de um projeto de resolução de autoria dele a fim de acabar também com essas modalidades de votação secreta. O pedido, entretanto, ainda não foi apreciado.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilPolíticaLegislaçãoCongressoaecio-neves

Mais de Brasil

Em reunião com aliados, Lula indica calibragem sem mudança no comando da campanha

Vai ter debate no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro?

Lula diz que Flávio é 'candidato do sistema' e critica 'promiscuidade' no STF

Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno contra Lula