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Aécio declara apoio à recondução de Janot

"Este é sentimento unânime dentro da nossa bancada no Senado Federal", afirma Aécio

Senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB: "As oposições não têm nenhuma razão para não votar pela recondução do PGR Rodrigo Janot. Este é sentimento unânime dentro da nossa bancada no Senado Federal" (Washington Alves/Reuters)
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Da Redação

Publicado em 11 de agosto de 2015 às 15h17.

Brasília - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), declarou nesta terça-feira, 11, apoio à recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao comando do Ministério Público Federal.

A presidente Dilma Rousseff formalizou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje a indicação de Janot para continuar à frente da instituição por mais dois anos.

"As oposições não têm nenhuma razão para não votar pela recondução do PGR Rodrigo Janot. Este é sentimento unânime dentro da nossa bancada no Senado Federal. Obviamente não somos maioria, mas minha avaliação é que o nome passa, e passa com relativa tranquilidade. Vamos fazer isso com absoluto respeito às instituições", ressaltou o senador Aécio Neves após participar de encontro em Brasília com dirigentes estaduais do partido.

A permanência do procurador-geral no posto ainda depende de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e também de aprovação do Plenário da Casa, na qual ele deverá enfrentar resistência por parte de alguns senadores, já que 13 são alvo de investigações da Operação Lava Jato, conduzida por Janot junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente da CCJ do Senado, senador José Maranhão (PMDB-PB), disse nesta terça-feira que pretende dar prioridade ao processo de Janot assim que receber a notificação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

"Ainda não fui notificado. Mas quando for vamos fazer o que está previsto no regimento interno, a começar pela escolha do relator e, em seguida, a realização da sabatina. Acho que o clima não é desfavorável ao procurador", afirmou José Maranhão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi o mais votado na eleição interna do Ministério Público realizada na semana passada. Ele obteve expressiva maioria, com 799 votos, o que significou um apoio de 81% dos votantes.

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Brasília - O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), declarou nesta terça-feira, 11, apoio à recondução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao comando do Ministério Público Federal.

A presidente Dilma Rousseff formalizou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje a indicação de Janot para continuar à frente da instituição por mais dois anos.

"As oposições não têm nenhuma razão para não votar pela recondução do PGR Rodrigo Janot. Este é sentimento unânime dentro da nossa bancada no Senado Federal. Obviamente não somos maioria, mas minha avaliação é que o nome passa, e passa com relativa tranquilidade. Vamos fazer isso com absoluto respeito às instituições", ressaltou o senador Aécio Neves após participar de encontro em Brasília com dirigentes estaduais do partido.

A permanência do procurador-geral no posto ainda depende de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e também de aprovação do Plenário da Casa, na qual ele deverá enfrentar resistência por parte de alguns senadores, já que 13 são alvo de investigações da Operação Lava Jato, conduzida por Janot junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente da CCJ do Senado, senador José Maranhão (PMDB-PB), disse nesta terça-feira que pretende dar prioridade ao processo de Janot assim que receber a notificação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

"Ainda não fui notificado. Mas quando for vamos fazer o que está previsto no regimento interno, a começar pela escolha do relator e, em seguida, a realização da sabatina. Acho que o clima não é desfavorável ao procurador", afirmou José Maranhão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi o mais votado na eleição interna do Ministério Público realizada na semana passada. Ele obteve expressiva maioria, com 799 votos, o que significou um apoio de 81% dos votantes.

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