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A matriz elétrica se diversifica

A geração térmica deve crescer e dar maior segurança ao abastecimento

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Da Redação

Publicado em 14 de outubro de 2010 às 13h30.

A matriz elétrica brasileira deve se diversificar nos próximos anos. Estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que a participação das hidrelétricas na produção de eletricidade no país deve diminuir dos atuais 81% para 75% em 2016. Por outro lado, a geração térmica (que inclui fontes como gás natural, carvão mineral, óleo combustível e biomassa) deve crescer de 15% para quase 20% no período. A mudança indica o fim da hidroeletricidade abundante e próxima dos centros de consumo. Ao mesmo tempo, deve garantir maior segurança de abastecimento, já que reduzirá a dependência de uma única fonte. A expectativa é que o parque gerador brasileiro passe dos atuais 99 gigawatts (GW) instalados para quase 150 GW até 2016.

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