Mesmo com retomada dos aportes em 2026, cenário de juros elevados e casos de inadimplência devem reduzir o ritmo de entrada de recursos nos fundos
Patrimônio líquido de todos os fundos chegou a R$ 11,1 trilhões, alta de 10% em 12 meses. Para além da renda fixa, FIPs e ETFs se destacaram no semestre
Dos R$ 121 bilhões de patrimônio dos ETFs listados na B3, quase metade, um total de R$ 55 bilhões, são ETFs de renda fixa
Gestora diz que atuação do Banco Central e estabilidade do real melhoraram a relação entre retorno e risco dos títulos brasileiros