Se nós, do RH, não soubermos responder essa diferença, teremos dificuldade em construir nas empresas um entendimento amplo sobre o comportamento humano
Estudo da McKinsey mostra que o RH deixará cada vez mais o papel de gerenciar pessoas para atuar como arquiteto da transformação e guiar equipes no desenvolvimento de novas habilidades
Na era da inteligência artificial, das relações líquidas e dos sistemas interdependentes, o que não aparece no organograma passou a decidir a capacidade de transformação das empresas