Novos sinais de estabilização da economia chinesa e a renovada expectativa em relação a um aumento nos preços domésticos de combustíveis não são suficientes para descolar a Bovespa do sinal negativo.
Após rali de 17% no início do ano e correção em março com a guerra no Irã, analistas avaliam se fluxo estrangeiro, queda de juros e rotação global ainda podem levar a bolsa ao marco histórico