Tecnologia

R.Unido anuncia novo centro de observação do espaço

Londres - R.Unido inaugurará um novo centro dedicado à observação da Terra a partir do espaço, que estará situado no International Space Innovation Center (ISIC) no sudeste da Inglaterra. O centro será inaugurado em abril de 2011 em Harwell (Oxfordshire) e o objetivo é reunir todos os conhecimentos que possam obter em matéria de observação […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de julho de 2010 às 10h46.

Priorizar nos meus resultados Google

Londres - R.Unido inaugurará um novo centro dedicado à observação da Terra a partir do espaço, que estará situado no International Space Innovation Center (ISIC) no sudeste da Inglaterra.

O centro será inaugurado em abril de 2011 em Harwell (Oxfordshire) e o objetivo é reunir todos os conhecimentos que possam obter em matéria de observação terrestre além de fazer um acompanhamento dos satélites, segundo foi anunciado hoje na feira aeronáutica de Farnborough.

Esse centro recolherá dados ambientais como os efeitos do desmatamento e analisará toda a informação procedente do espaço que possa ajudar os cientistas em tarefas ambientais.

Segundo o professor Alan O'Neill, diretor do centro nacional para a observação terrestre, citado pela "BBC", "juntando o melhor de nossa ciência de base espacial com os pesquisadores do setor industrial aspiramos desenvolver inúmeras aplicações".

No centro trabalharão até 40 cientistas, muitos dos quais com a missão de reunir e apresentar toda a informação enviada pelos satélites de observação ambiental.

Os dados estarão à disposição dos cientistas de todo o mundo e do público em geral.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEuropaReino UnidoDesmatamento

Mais de Tecnologia

Quando um idoso morre, esse app avisa os familiares — e é sucesso na China

Localização no smartphone: como impedir que apps 'sigam' você o tempo todo

Eles usaram o Claude para atrair 10 mil usuários em plataforma de saúde (e não gastaram um centavo)

China, Europa e Sudeste Asiático têm prioridades diferentes na compra de veículos de nova energia