Para os gêmeos do Facebook, Elon Musk vai trazer ouro do espaço

Para Cameron e Tyler Winklevoss, intenção de Musk é fazer "chover ouro" para derrubar o valor do metal na Terra

Para os gêmeos Winklevoss, mais conhecidos como "os gêmeos do Facebook", comprar ouro não é uma atividade muito recomendada, uma vez que o bilionário Elon Musk (fundador da Tesla e da SpaceX) tem planos de "mineirar ouro no espaço" e "lotar o mercado".

A afirmação foi feita em entrevista a Dave Portnoy, fundador da plataforma de notícias esportivas Barstool Sport sobre criptomoedas.

Cameron e Tyler Winklevoss são os fundadores de uma empresa de bitcoin e eles acreditam que fazer parte desse negócio é muito mais seguro do que investir em ouro, apesar da alta que o metal vem passando. "Se Musk minerar todo o ouro em asteróides, ele vai ser desvalorizado", explicaram os gêmeos.

Quando Portnoy pergunta se eles estão falando sério, os Winklevoss afirmaram que "existem bilhões de dólares em ouro flutuando em volta do nosso mundo". "O Musk vai subir lá e vai minerar o ouro e vai fazer com que ele caia do céu", disseram eles.

Mas será que as pessoas devem se preparar para uma chuva de ouro em breve? A resposta é não. Apesar de alguns asteróides serem conhecidos por sua presença rica em metais preciosos, como é o caso do 16 Psique, não existem evidências de que a mineração espacial já começou.

O que aconteceria caso acontecesse a mineração espacial é que, com a oferta maior, o metal acabaria ficando mais barato na Terra. A história de Musk, por exemplo, começou como um meme na internet e não passa de uma suposição dos gêmeos.

Em 5 de agosto, o ouro renovou a máxima e chegou a valer mais de 2 mil reais, com uma valorização de 34,5% no ano e foi apontado como "um dos melhores investimentos em 2020".

Os Winklevoss são conhecidos por terem acusado o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, de ter roubado a ideia deles para a criação da rede social.

Em 2013, a dupla conseguiu 65 milhões de dólares em um processo contra Zuckerberg e 11 milhões de dólares foram utilizados para comparar bitcoins. À época, a mais famosa das criptomedas valia cerca de 120 dólares. Em 2017, eles foram considerados os "primeiros bilionários do bitcoin", segundo a revista americana Forbes

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