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O que você comeu esse ano? iFood libera restropectiva de pedidos dos usuários

Aplicativo de delivery apresenta resumo individualizado em formato de stories e revela que o jantar domina as preferências dos brasileiros

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 3 de dezembro de 2025 às 16h48.

O iFood, plataforma de entrega de refeições e produtos, divulgou sua retrospectiva anual de 2025, um painel interativo que transforma dados de consumo em narrativa personalizada para cada usuário. O material reúne 15 telas no formato de stories, recurso de conteúdo temporário comum em redes sociais, e traz números individuais de engajamento, como tempo de uso, volume total de pedidos e a primeira compra do ano.

A iniciativa, repetida há alguns anos como estratégia de engajamento e retenção, destaca também os pratos, tipos de refeições e restaurantes mais escolhidos por cada cliente, reforçando o uso de métricas de comportamento como ferramenta de fidelização.

Além das retrospectivas individuais, a plataforma de delivery, serviço de entrega, divulgou dados agregados sobre o consumo nacional em 2025. O jantar manteve liderança folgada, com 487,7 milhões de pedidos, seguido pelo almoço, com 278 milhões. Madrugada (22,3 milhões), café da manhã (23,5 milhões) e lanche da tarde (71,7 milhões) completam a lista.

O levantamento também expõe padrões culinários. O Top 5 de categorias de pratos mais pedidos — as cinco opções mais populares entre os consumidores — aponta a permanência de refeições rápidas no centro da demanda. Lanches ficaram na liderança, com 253 milhões de pedidos; na sequência aparecem culinária brasileira (118 milhões), pizza (92 milhões), marmitas (52 milhões) e culinária japonesa (50 milhões).

Padrão de conveniência orienta comportamento de consumo

O predomínio de lanches e jantares sugere que o iFood se consolida como alternativa para refeições fora dos horários tradicionais de preparo doméstico.

A preferência por itens rápidos e de fácil entrega indica que conveniência segue como critério decisivo na relação dos brasileiros com apps de alimentação.

Essa tendência, recorrente em anos anteriores, reforça o deslocamento do hábito culinário para decisões mais pragmáticas, muitas vezes associadas à rotina urbana e ao tempo reduzido para cozinhar.

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