O Moto X tem tela de 4,7 polegadas com resolução HD (720p e 316dpi), 2GB de RAM, 16 GB de espaço interno, câmera traseira Clear Pixel de 10 megapixels e frontal de 2MP (ambas gravam em full HD), bateria de 2.200mAh, NFC, Bluetooth 4.0 e suporte a rede 4G.
De imediato o principal ponto de atração no design desse aparelho é seu corpo compacto. A tela foi esticada até os limites do aparelho. O resultado é um smartphone confortável de manusear, extremamente elegante e leve.
Ao contrário da linha Razr, o Moto X não traz acabamento em fibra de Kevlar. A traseira traz grafismos em um policarbonato. A textura é agradável e passa a sensação de resistência.
Sem tampa traseira removível, o acesso ao cartão SIM é feito por uma fenda lateral. Não há espaço para cartão microSD, ou seja, o usuário fica limitado aos 16 GB de armazenamento interno e aos serviços de cloud como Google Drive e Dropbox.
Se na linha Razr a Motorola já se aproximava do Android puro, no Moto X esse movimento é ainda mais impactante. Quase não há modificações na interface.
Mesmo com o aparelho bloqueado, basta dizer a frase de ativação OK Google Now e depois um comando, como ligar para Cauã. Tudo em português e com muita precisão. Meu nome, aliás, sempre foi um desafio para os comandos de voz. No caso, o Moto X respondeu com eficiência.
Com 10 megapixels, a câmera traz uma interface baseada em menus circulares e pode ser ativada com um gesto rápido girando o pulso. Mesmo com a tela bloqueada.
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