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Microsoft investe em parque eólico gigante no Texas

A Microsoft fechou um contrato de compra de 100% da energia gerado pelo parque durante 20 anos

energia eolica (Flickr.com/xtyler)

energia eolica (Flickr.com/xtyler)

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Da Redação

Publicado em 4 de novembro de 2013 às 18h09.

Nos últimos anos, as gigantes da tecnologia começaram a fazer investimentos pesados no setor de energias limpas. A Microsoft é uma delas e anunciou nesta segunda-feira (4) que vai investir em um parque eólico no Texas (Estados Unidos) com potência de 110 megawatts.

A Apple anunciou recentemente a construção de um parque solar enorme de 20 megawatts. O Google também tem investido em parques eólicos e fez uma parceria com o avião movido pela energia do Sol, o Solar Impulse. Agora, foi a vez da Microsoft.

Os investimentos anteriores da Microsoft em energia limpa aconteceram por compras de créditos de energia renovável. Hoje, a empresa deu um passo adiante e começou a investir na construção do Parque Eólico Keechi, no estado do Texas.

A Microsoft fechou um contrato de compra de 100% da energia gerado pelo parque durante 20 anos. Isso significa que a Microsoft está fazendo o financiamento e tornando possível a construção e operação do projeto.

Serão 55 turbinas eólicas que gerarão os 110 megawatts de energia limpa. A construção começa em dezembro deste ano. E a rede deve começar a funcionar até o final de 2015, segundo estimativas.

Outros projetos - Este é o mais recente investimento da Microsoft em energia renovável e é apenas um dos vários gerenciados pela empresa de Bill Gates. Com projetos com foco no aumento da eficiência energética, energia renovável e de compensação energética, a Microsoft se tornou um exemplo de pró-atividade quando se trata de investimento em energias limpas.

A Microsoft compensa mais de 300 mil toneladas de emissões de CO2 por meio de seus projetos de compensação de carbono. Também adquiriu 2,3 bilhões hora de quilowatt (kWh) de energia renovável em 2013 - mais do que o dobro do valor comprado no ano anterior.

No ano passado, começou a construção de um datacenter piloto em Cheyenne, Wyoming (EUA), que funcionará com 100% de energia extraída do biogás, um subproduto de uma estação de tratamento de água nas proximidades. Outro datacenter em Dublin, na Irlanda, tem implantado um processo de resfriamento termodinâmico que acontece sem perda ou ganho de calor, o que reduz os custos de energia por megawatt em até 30 por cento. 

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