Tecnologia

Litígio contra Apple e AT&T continuará a ser ação coletiva

Nova York/Bangalore - Um processo por abuso de monopólio contra Apple e AT&T sobre o iPhone pode continuar como uma ação coletiva, de acordo com decisão da Justiça dos Estados Unidos. Usuários do iPhone, da Apple, tem criticado a operadora norte-americana de telefonia AT&T, a única do país a vender o popular smartphone, por problemas […]

EXAME.com (EXAME.com)

EXAME.com (EXAME.com)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de julho de 2010 às 14h37.

Nova York/Bangalore - Um processo por abuso de monopólio contra Apple e AT&T sobre o iPhone pode continuar como uma ação coletiva, de acordo com decisão da Justiça dos Estados Unidos.

Usuários do iPhone, da Apple, tem criticado a operadora norte-americana de telefonia AT&T, a única do país a vender o popular smartphone, por problemas na qualidade da rede desde que o celular inteligente começou a ser vendido, em 2007.

Uma emenda ao processo aberto em junho de 2008 trata da prática de bloquear o iPhone à rede móvel da AT&T e o controle da Apple sobre aplicações que podem ser instaladas no smartphone.

O processo também engloba os compradores que fizeram reclamações do iPhone desde o final de 2007.

O juiz distrital James Ware, do norte da Califórnia, validou em 8 de julho o processo judicial que acusa Apple e AT&T de violações de leis antitruste.

O litígio --que inclui qualquer comprador do iPhone com um pacote de dois anos de serviços da AT&T desde junho de 2007-- afirma que a Apple secretamente fez da AT&T sua parceira exclusiva para o iPhone nos EUA por cinco anos, prejudicando a competição e motivando alta de preços.

A AT&T se recusou a falar sobre a decisão do juiz distrital, enquanto a Apple não retornou ligações pedindo por comentários sobre o assunto.

No começo de junho, a AT&T anunciou planos de parar de oferecer planos ilimitados a novos assinantes de seus serviços móveis, em um esforço para melhorar a velocidade de transmissão de dados em sua rede.

A ação judicial pede que a Apple seja proibida de vender iPhones bloqueados nos EUA e de estabelecer quais aplicativos os clientes podem instalar no smartphone. Também pede indenização para cobrir os custos do processo na Justiça e outras despesas.

Acompanhe tudo sobre:iPhoneEmpresasEmpresas americanasempresas-de-tecnologiaSmartphonesCelularesTecnologia da informaçãoJustiçaAppleConcorrênciaProcessos judiciais

Mais de Tecnologia

Indústria de IA da China supera RMB 1 trilhão e deve crescer mais de 30% em 2026

Ações de fabricantes chinesas de chips disparam com avanço da demanda por IA

Xangai reúne mais de 1.100 empresas na Conferência Mundial de IA 2026

Fim da parceria? Microsoft troca OpenAI e Anthropic por IA própria em apps