Tecnologia

Justiça abre processo contra Claro por cobranças indevidas

As denúncias partiram do Procon Estadual de Tocantins, que enviou documentos ao DPDC demonstrando as cobranças indevidas feitas a vários consumidores

Loja da Claro

Loja da Claro

DR

Da Redação

Publicado em 26 de abril de 2012 às 08h10.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça (DPDC/MJ) abriu processo administrativo, na terça-feira, para apurar denúncias de que a Claro estaria realizando cobranças indevidas de serviços não contratados pelo consumidor, como o “Club Dance” (de músicas e mensagens), com renovação automática, sem qualquer solicitação do usuário.

As denúncias partiram do Procon Estadual de Tocantins, que enviou documentos ao DPDC demonstrando as cobranças indevidas feitas a vários consumidores. Depois de examinar esses documentos e de ouvir, de forma preliminar, a empresa, o Departamento concluiu que há indícios de infração a direitos básicos do consumidor e de prática comercial abusiva no fornecimento de serviços.

A Claro tem dez dias, a partir do recebimento da notificação, para apresentar sua defesa. Se for constatada infração, a empresa poderá ser multada em até R$ 6,2 milhões, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. Procurada por este noticiário, a empresa informou que ainda não foi notificada sobre ocorrido "e, portanto, não vai se manifestar até tomar ciência dos termos deste processo".

Acompanhe tudo sobre:EmpresasServiços3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularJustiçaEmpresas mexicanasClarodireito-do-consumidor

Mais de Tecnologia

Como passar tudo do Android para o iPhone (e vice-versa)

Chega de ouvir áudio: como transcrever WhatsApp e resumir reuniões com IA

O Orkut está de volta? Entenda se a rede social vai ser relançada

OAB-SP processa a startup Enter; empresa nega substituir advogados por IA