Facebook ainda depende bastante da denúncia de usuários

A empresa tem se esforçado para automatizar o processo de encontrar pornografia, violência e outros materiais potencialmente ofensivos

O Facebook é a maior rede social do mundo, com mais de 1,9 bilhão de usuários mensais.

A companhia tem feito esforços na área de inteligência artificial para automatizar o processo de encontrar pornografia, violência e outros materiais potencialmente ofensivos.

Em março, a rede ainda anuncio que está planejando usar a tecnologia até para identificar e oferecer suporte para usuários com tendências suicidas.

No entanto, a rede ainda depende muito dos usuários denunciarem conteúdo que fere os termos de uso da rede.

Hoje, milhões de denúncias são feitas toda semana, e assim como outras grandes empresas de tecnologia, ainda depende que pessoas revisem o que foi reportado.

"Apesar da indústria alegar o contrário, eu não conheço nenhum mecanismo de computação que possa adequada e precisamente identificar 100% de conteúdo nocivo sem depender de humanos. Nós não chegamos lá ainda tecnologicamente", diz Sarah Roberts, professora de estudos da informação na universidade americana UCLA.

A especialista em monitoramento de conteúdo ainda conta que a maior parte das pessoas contratadas para fazer esse serviço de checagem trabalha em condições precárias na Índia ou nas Filipinas e tem pouco tempo para decidir sobre o material a ser analisado.

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