Fatos marcantes na história da computação em nuvem
Você talvez tenha ouvido falar muito do termo computação em nuvem, porém, não saiba exatamente o significado. A computação em nuvem possibilita ter acesso em qualquer...
Fatos marcantes na história da computação em nuvem (mansikka/flickr)
DR
Da Redação
Publicado em 23 de setembro de 2013 às 10h23.
Última atualização em 13 de setembro de 2016 às 17h02.
1. Fatos marcantes na história da computação em nuvemzoom_out_map
1/8(mansikka/flickr)
Você talvez tenha ouvido falar muito do termo computação em nuvem, porém, não saiba exatamente o significado. A computação em nuvem possibilita ter acesso em qualquer local dos seus arquivos como músicas, documentos, vídeos, fotos, softwares dentre outros pela web. Ou seja, tudo que você guarda neste lugar poderá ser acessado no seu trabalho, escola e até mesmo no celular e tablets.
A seguir, INFO mostra alguns fatos marcantes na história da computação em nuvem.
John McCarthy (a esquerda) teve a ideia de unir simultaneamente dois ou mais usuários usando um mesmo computador (Computação por tempo compartilhado).
Joseph Carl Robnett Licklide (a direita) dizia todos os indivíduos deveriam estar conectados entre si seja por programas em qualquer lugar do mundo. Assim Licklide teve a ideia de compartilhamento de dados e suas pesquisas na época abriram portas para a Internet.
Amazon lançou um conjunto de serviços baseado em nuvem que incluía armazenamento, computação e até mesmo inteligência humana através da Amazon Mechanial Turk.
Microsoft Azure como a própria marca denomina é uma plataforma especial para execução de aplicativos e serviços, baseada nos conceitos da computação em nuvem.
Lelio Di Martino, diretor de produto e redes IP da Nokia, detalha com exclusividade à EXAME como o Cognitive Operations mantém inteligência artificial funcionando mesmo quando toda a conectividade externa é bloqueada
CEO da OpenAI e Tim Cook, presidente do conselho da Apple, devem se juntar a Jensen Huang, da Nvidia, em jantar de Estado marcado por tensões geopolíticas em torno da corrida por IA
Dez estudantes do Colégio Bandeirantes passaram 20 dias entre Xangai, Pequim e Frankfurt, visitando Alibaba, Baidu e Siemens — e voltaram com uma conclusão sobre a China que vai além da tecnologia