Ciência

Cientista Sasha Shulgin, "Pai do Ecstasy", morre aos 88 anos

Até hoje, grupos de psiquiatras americanos exploram a linha de pesquisa liderada por Sasha nos anos 1970


	Sasha Shulgin: até hoje, grupos de psiquiatras exploram linha de pesquisa liderada por ele
 (Wikimedia Commons)

Sasha Shulgin: até hoje, grupos de psiquiatras exploram linha de pesquisa liderada por ele (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 3 de junho de 2014 às 16h23.

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São Paulo - Morreu na noite de ontem, aos 88 anos, o cientista Alexander "Sasha" Shulgin, pioneiro no estudo de drogas psicodélicas e outros estimulantes para o tratamento de distúrbios psiquiátricos.

Conhecido como o "Pai do Ecstasy", Sasha foi responsável por divulgar o potencial do MDMA – principal componente do Ecstasy – no alívio de sintomas da depressão e distúrbios pós-traumáticos.

Até hoje, grupos de psiquiatras americanos exploram a linha de pesquisa liderada por Sasha nos anos 1970.

De acordo com o Erowid Center, ele faleceu "pacificamente", cercado por amigos e familiares.

Sasha nasceu na Califórnia, e é creditado como responsável pela síntese de mais de 200 drogas psicodélicas.

Seu trabalho está condensado em dois volumes principais, assinados com sua esposa, Ann – PIHKAL: A Chemical Love Story (1991) e TIHKAL: The Continuation (1997).

Nos dois livros, Sasha discorre sobre psicoterapia, política anti-drogas, e a possibilidade de explorar substâncias psicodélicas encontradas na natureza, como o DMT na Ayahuasca – utilizada nos rituais do Santo Daime.

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