Apple vai abrir centro educacional de tecnologia para negros

O centro faz parte da iniciativa da Apple em prol da justiça e equidade racial nos Estados Unidos

A Apple anunciou nesta quarta-feira (13) que vai abrir um centro educacional de tecnologia em Atlanta, nos Estados Unidos, como parte da sua Iniciativa por Equidade e Justiça Racial (REJI, em inglês).

Em junho do ano passado, o presidente executivo Tim Cook anunciou que investiria 100 milhões de dólares na iniciativa.

Chamado de Centro Propel (em inglês, “propel’ significa impulsionar), o instituto de educação será na capital de Georgia para focar em comunidades mais carentes e universidades historicamente negras. Vinte e cinco milhões de dólares da REJI serão destinados ao Propel.

Nele, os alunos poderão seguir cursos com foco em inteligência artificial, empreendedorismo, realidade aumentada, desenvolvimento de aplicativos, design e criação de arte, justiça social e entretenimento.

A empresa de Cook também está oferecendo bolsas de estudo para 100 alunos de “comunidades sub-representadas” no programa Apple Scholars. “Além do apoio financeiro, teremos orientação e experiência de desenvolvimento de carreira na Apple”, afirmou a empresa em comunicado.

Junto com o Centro Propel, também será inaugurado o Apple Developer Academy em Detroit, Michigan, para oferecer, inicialmente, dois cursos de tecnologia e programação para jovens empreendedores negros. O primeiro será um programa introdutório e o segundo um programa intensivo, de duração de 10 a 12 meses. A Apple planeja alcançar 1.000 alunos por ano nos dois cursos.

A empresa também está investindo 10 milhões de dólares na Harlem Capital, empresa de capital de risco que foca em diversidade, e fazendo contribuições para o King Center, memorial de Martin Luther King Jr.

“Todos somos responsáveis ​​pelo trabalho urgente de construir um mundo mais justo e equitativo”, disse Tim Cook em comunicado.

“Estamos lançando as iniciativas mais recentes da REJI com parceiros em uma ampla gama de setores e experiências – de alunos a professores, desenvolvedores a empreendedores e organizadores de comunidades a defensores da justiça – trabalhando juntos para capacitar comunidades que sofreram o impacto do racismo e da discriminação”, finalizou ele.

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