Tecnologia

Ampliado prazo para contribuições sobre faixa 4G

A consulta pública teria encerrado ontem (14), mas o prazo foi prorrogado a pedido do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal


	4G: atualmente, a faixa de 700 MHz é utilizada por emissoras de TV, que deverão desocupar o espectro a fim de que seja licitado para a oferta de internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G).
 (REUTERS/Arnd Wiegmann)

4G: atualmente, a faixa de 700 MHz é utilizada por emissoras de TV, que deverão desocupar o espectro a fim de que seja licitado para a oferta de internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G). (REUTERS/Arnd Wiegmann)

DR

Da Redação

Publicado em 15 de abril de 2013 às 15h43.

Basília - A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prorrogou por 20 dias o prazo para apresentação de contribuições à proposta de destinação da faixa de 700 mega-hertz (MHz) para o setor de telecomunicações. A consulta pública teria encerrado ontem (14), mas o prazo foi prorrogado a pedido do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal.

Atualmente, a faixa de 700 MHz é utilizada por emissoras de TV, que deverão desocupar o espectro a fim de que seja licitado para a oferta de internet móvel com tecnologia de quarta geração (4G). O governo quer licitar essa faixa para o setor de telefonia no início do ano que vem.

As contribuições públicas deverão ser encaminhadas pelo Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no site da Anatel, até o dia 4 de maio. Serão consideradas também as manifestações recebidas até o dia 6 de maio, encaminhadas por carta, fax ou para o e-mail: biblioteca@anatel.gov.br.

Acompanhe tudo sobre:Telefonia4GAnatel

Mais de Tecnologia

Agentes de compra com IA: o que são e como funcionam os assistentes que compram por você

Microsoft anuncia aumento de preços de consoles Xbox pela 3ª vez em 13 meses

BDX anuncia primeira bolsa de dados do Brasil para empresas negociarem informações como ativo

Apple aumenta preços de Mac, iPad e Vision Pro — e culpa a corrida da IA