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Na pandemia, eles apostaram em franquias para se reinventar

Muitas pessoas que perderam o emprego na pandemia tiveram a oportunidade de seguir com uma fonte de renda ao mergulhar no universo de franquias

Alexandro Crema e Gabriela Bottoni da Minha Quitandinha (Arquivo Pessoal/Divulgação)

Alexandro Crema e Gabriela Bottoni da Minha Quitandinha (Arquivo Pessoal/Divulgação)

Isabela Rovaroto
Isabela Rovaroto

Repórter de Negócios

Publicado em 23 de janeiro de 2025 às 06h00.

Última atualização em 23 de janeiro de 2025 às 11h30.

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Alexandro Crema e Gabriela Bottoni - Minha Quitandinha

Aos 50 anos, Alexandro Crema foi demitido e investiu a rescisão na Minha Quitandinha, franquia de minimercados autônomos. Gabriela Bottoni, sua mulher, se envolveu no negócio e, em 2022, tornou-se sócia. A experiência prévia de ambos com a gestão de pessoas ajudou o casal a superar o desafio de recrutar à distância. Hoje, eles contam com quatro unidades e faturamento de quase 900.000 reais.


Flávia André - Tintas MC

Flávia André, com mais de 20 anos de experiência como funcionária de franqueadoras, decidiu empreender na pandemia. Em 2021, abriu a primeira loja da Tintas MC no bairro do Paraíso, em São Paulo. Os conhecimentos sobre os pormenores do mundo das franquias ajudaram Flávia a navegar bem em meio às incertezas da quarentena. Hoje, ela tem duas unidades, que faturam cerca de 3,5 milhões de reais ao ano, e tem planos de expansão.


Beatriz Abras e Jean Yvis -  JAH Açaí, Sorvetes e Picolés

O casal mineiro Beatriz Abras e Jean Yvis aproveitou a pandemia para empreender. Após um início com uma confeitaria delivery, eles migraram para a franquia JAH em 2021, transformando a unidade em líder de vendas da rede. O segredo para o sucesso foi a oferta de porções individuais para atender ao consumo de forma mais personalizada dentro de casa, por meio do delivery. Hoje, operam cinco lojas em Belo Horizonte e faturam quase 600.000 reais por mês.

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