Revista Exame

Como fazer — O atendente da Icatu deixou de ser um robozinho

Com o projeto para melhorar a qualidade do serviço, o atendente se tornou menos formal, passou a ter novos indicadores de desempenho

Atendimento na Icatu: mais liberdade para falar com o cliente | André Valentim /

Atendimento na Icatu: mais liberdade para falar com o cliente | André Valentim /

DR

Da Redação

Publicado em 7 de junho de 2018 às 05h00.

Última atualização em 7 de junho de 2018 às 05h00.

Priorizar nos meus resultados Google

Quem entra em contato com um dos 114 atendentes da central de atendimento própria da seguradora Icatu em geral está em busca de mais informações sobre os serviços, adquiridos com um corretor, ou quer efetuar seu resgate. No final de 2015, os gestores de marketing da seguradora resolveram fazer mudanças para tornar o atendimento mais eficiente. Uma das medidas adotadas foi deixá-lo menos protocolar. Até então, o funcionário seguia fielmente um roteiro com as opções de respostas que deveriam ser dadas em cada momento da conversa com o cliente. Nem sempre, porém, obedecer às regras resultava em um atendimento melhor.

Com o projeto para melhorar a qualidade do serviço, o atendente se tornou menos formal, passou a ter novos indicadores de desempenho e foi treinado para identificar a personalidade de cada cliente. O funcionário também se tornou especialista em um dos dois tipos de produto: seguro de vida ou previdência. Assim, pode oferecer novos produtos ao cliente e, com isso, aumentar a receita da Icatu. “Existem informações básicas que é preciso fornecer, mas cada atendente agora o faz do seu jeito e conforme o perfil do cliente”, diz Geovana Gavina, gerente de relacionamento da Icatu Seguros. Veja o passo a passo da mudança.

Toque para ampliar.
Acompanhe tudo sobre:gestao-de-negociosSeguradorasAtendimento a clientes

Mais de Revista Exame

Algodão brasileiro deve bater recorde de 4,2 milhões de toneladas, mas enfrenta desafio em casa

Custos na lupa: este casal revisou tudo que podia para fazer o negócio de açaí decolar

Morgan Housel diz por que vale investir na bolsa mesmo com juros de dois dígitos

De 'pato manco' a 'maldição': o teste de Trump nas midterms