Casual Jam: segunda edição recebe Gabriel Moura

Gabriel Moura comanda a segunda edição do Casual Jam, série de shows promovidos na sede da EXAME

Talvez não haja local mais inesperado para uma apresentação musical do que um escritório. Daí a graça, o impacto e a irreverência do projeto Casual Jam, série de shows promovidos na sede da EXAME­ em parceria com a agência Believe. O primeiro deles, ocorrido no início de novembro, foi comandado pela cantora Paula Toller, a eterna vocalista do Kid Abelha, banda que chegou ao fim há quatro anos. A segunda edição do projeto coube ao cantor e compositor Gabriel Moura, que subiu ao palco improvisado em meio às estações de trabalho na última sexta-feira de novembro.

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O escritório da EXAME, convém registrar, é frequentado atualmente por um número reduzido de funcionários — a maioria da equipe se mantém em regime de trabalho remoto todo mundo sabe por quê. Foram poucos, portanto, os que puderam testemunhar as performances de Paula e Moura. Todos os shows do projeto Casual Jam, no entanto, são gravados e posteriormente veiculados em nosso canal no ­YouTube e em nossa conta do Instagram — a próxima atração é o Lobão, cujo show está previsto para janeiro.

Devidamente escoltado por um baterista, um baixista e um tecladista, Moura deu início à apresentação às 19 horas. Ao violão, abriu o show com um de seus hits, Ela Mora Longe. Em seguida foi a vez de Mina do Condomínio, composição dele e de Seu Jorge, com quem fundou o Farofa Carioca — os dois deixaram o conjunto para trilhar carreira solo. Seguiram-se canções como ­Paciência, de Lenine, e Nada Será Como Antes, de Milton Nascimento.

Um dos pontos altos foi a execução de Vidas Negras Sim Importam. Composta por ele e motivada você sabe por quê, a música ganhou videoclipe do qual só participam artistas negros, entre eles Gilberto­ Gil e Elza Soares. Foi lançado há poucas semanas no Fantástico. “Não poderia deixar de me posicionar diante dos episódios de racismo que temos testemunhado”, disse ele antes do show. Carioca, Gabriel Moura se mudou para São Paulo pouco antes da quarentena. Na impossibilidade de fazer shows, dedicou-se a compor o máximo que pôde. “Perdi a conta de quantas músicas criei neste período”, contou. Os fãs agradecem.

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