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Como blockchain e criptos podem ser a chave para a internet do futuro

A nova fase da internet devolve a posse de dados aos usuários, que podem criar de identidades a moedas
Internet 3.0: É a era da descentralização das conexões: o usuário está no centro de tudo e sua privacidade deve ser respeitada, tirando o foco das grandes plataformas (Getty Images/Iryna Veklich)
Internet 3.0: É a era da descentralização das conexões: o usuário está no centro de tudo e sua privacidade deve ser respeitada, tirando o foco das grandes plataformas (Getty Images/Iryna Veklich)
Por Nicholas SacchiPublicado em 20/01/2022 05:53 | Última atualização em 21/01/2022 17:17Tempo de Leitura: 5 min de leitura

Nas últimas décadas, a internet se tornou uma ferramenta tão importante para as interações humanas quanto a energia elétrica, a pólvora ou os meios de transporte. Ao revolucionar a forma como a comunicação é realizada no mundo, ela trouxe uma série de mudanças no estilo de vida das pessoas. E, como toda tecnologia, ela está em processo de constante evolução.

Nos primórdios da internet, a fase que ficou conhecida como Web 1.0, a rede era um ambiente muito diferente. A internet apresentava baixa velocidade de conexão, e as interações com os sites eram bastante rudimentares. Até o envio de e-mails era limitado a mensageria, não sendo possível enviar fotos ou anexos. Com o avanço da tecnologia, alguns websites começaram a trazer ordem à bagunça que era a rede. É o caso do Google e do Yahoo!, por exemplo.

Com o tempo, os sites se tornaram mais interativos, e os usuários passaram a se relacionar com maior intensidade uns com os outros por meio das plataformas de mídia social, como YouTube, Facebook, Twitter e LinkedIn. Depois, com a chegada dos smartphones, vieram também os aplicativos e as soluções que passamos a utilizar nos dispositivos móveis, que se tornaram muito rapidamente parte do cotidiano das pessoas.

Com esses avanços e com a melhoria da infraestrutura da rede, foi possível não apenas a navegação em velocidade muito maior como também a produção de um número significativamente maior de dados digitais, resultantes desse aumento na interação com a rede e com os serviços da web.

Os que foram rápidos o suficiente para perceber esse movimento, capturar e tratar os dados construíram impérios com base em coleta de dados e venda de anúncios direcionados a usuários específicos, de forma que eles, e não a sociedade, fossem os mais beneficiados. É o caso dos gigantes da internet e do entretenimento. Em alguns casos, até o ponto de escândalos ligados à manipulação eleitoral, como o do Facebook no famoso caso da Cambridge Analytica. A partir do momento em que uma tecnologia, que por natureza deveria ser neutra, passa a ditar o destino de uma nação, consegue cancelar a opinião de qualquer ser humano ou pode comercializar informações sensíveis e privadas, fica claro que ela precisa ser reinventada.

A Web 3.0 surge apoiada nesses alicerces. A nova fase da internet procura devolver a posse dos dados ao usuário, seja para criar identidades digitais, compartilhar arquivos de forma descentralizada, seja até para receber pagamentos pela atenção dada a anunciantes que se aproveitam dos conteúdos consumidos de maneira online para divulgar seus produtos. Em outras palavras, é uma abordagem em que o usuário está no centro, e não as grandes corporações, para que, dessa forma, a privacidade individual seja respeitada. Mas qual é a relação disso com o blockchain e com os criptoativos? Pode não parecer tão óbvio, mas os ativos digitais podem ser justamente a peça que faltava para possibilitar esse ambiente, funcionando como incentivo para as relações sociais. Os casos de uso são inúmeros: de navegadores na internet que pagam ao usuário ao impactá-lo com anúncios ao armazenamento descentralizado e às identidades digitais descentralizadas.

Mais do que isso, o block­chain, que é a tecnologia que “hospeda” os criptoativos, também é o berço dos NFTs, que são representações digitais de valor que podem ser utilizadas para a comercialização de propriedade digital. Dessa forma, a nova etapa da internet também se mostra apropriada para a movimentação de valores em ambientes de realidade virtual (também conhecidos como metaverso).

Por fim, a próxima fase da internet também é conhecida como “web semântica”, na qual o número de dados gerados será muito maior por causa do aumento das interações que será promovido pela Internet das Coisas (IoT) — aquela que possibilitará carros autônomos, geladeiras inteligentes e outras novidades tecnológicas que parecem ter saído de filmes de ficção científica. O uso de inteligência artificial permitirá uma compreensão muito maior do que acontece no ambiente digital. Esses fatores, somados, apontam para uma internet mais interativa e imersiva, com o potencial de trazer mudanças ainda mais profundas às relações humanas. Esse processo, gostemos ou não, já está a pleno vapor.  


1.0 → De 1990 a 2000

Em seus primórdios, a internet apresentava baixa velocidade de conexão, praticamente inviabilizando a interação de quem produzia o conteúdo com quem o acessava. Era o tempo da internet estática, disponível apenas para leitura e visualização


2.0 → De 2000 a 2020 

Novas plataformas e conexões mais rápidas permitem que os usuários também produzam conteúdo e interajam com quem está do outro lado: Facebook, YouTube, Twitter e outras redes sociais se tornam canais de distribuição de conteúdo e interação entre milhões de pessoas


3.0 → De 2020 aos próximos anos

É a era da descentralização das conexões: o usuário está no centro de tudo e sua privacidade deve ser respeitada, tirando o foco das grandes plataformas. Isso se aplica não só a mensagens como a pagamentos e outros serviços. Conexões ultrarrápidas permitem o avanço da Internet das Coisas, ampliando de forma exponencial as interações, customizadas com o uso de inteligência artificial 


(Publicidade/Exame)

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