Revista Exame

A guerra das gôndolas

O crescimento das compras de supermercado feitas pela internet e por aplicativos atrai startups e gigantes do varejo que brigam pelo mercado

Funcionárias da Rappi em uma loja do Carrefour: operação dedicada a atender aos pedidos feitos pelo aplicativo | Leandro Fonseca /

Funcionárias da Rappi em uma loja do Carrefour: operação dedicada a atender aos pedidos feitos pelo aplicativo | Leandro Fonseca /

RL

Rodrigo Loureiro

Publicado em 13 de fevereiro de 2020 às 05h25.

Última atualização em 13 de fevereiro de 2020 às 17h11.

Um dos efeitos mais evidentes do avanço tecnológico é como as novas ferramentas digitais fazem as pessoas repensar a forma como consomem produtos e serviços no dia a dia. Hábitos comuns, como pedir um táxi na rua, praticamente desapareceram depois do surgimento dos aplicativos de transporte, por exemplo. Nos últimos anos, outro questionamento tem ganhado força nas grandes cidades: será que ainda faz sentido pegar o carro -— ou o transporte público, a bicicleta etc. —, passar até 1 hora ou mais num supermercado procurando e escolhendo produtos nas prateleiras e depois ainda enfrentar fila no caixa só para abastecer a casa com alimentos, bebidas, além de produtos de limpeza e higiene? Para muita gente, a resposta tem sido não. Melhor: tem sido resolver tudo por meio de um aplicativo e receber os produtos em casa, especialmente os itens que são comprados todos os meses.

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