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Coca-Cola lança Triple Z na Europa: zero açúcar, cafeína e calorias

Novo refrigerante amplia a linha Zero e testa demanda por versões cada vez mais saudáveis; distribuição pode alcançar outros continentes a depender da aceitação do público

Triple Z: Coca-Cola aposta em versão sem açúcar, cafeína e calorias (Divulgação)

Triple Z: Coca-Cola aposta em versão sem açúcar, cafeína e calorias (Divulgação)

Marina Semensato
Marina Semensato

Colaboradora

Publicado em 25 de fevereiro de 2026 às 07h36.

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A The Coca-Cola Company iniciou 2026 com um novo lançamento na Europa: a Coca-Cola Triple Z, com zero açúcar, zero cafeína e zero calorias, mas sem deixar de lado o sabor clássico da marca. A novidade estreia em mercados europeus selecionados e faz parte da estratégia de aumentar o portfólio com versões mais leves do refrigerante.

O lançamento dialoga com mudanças no comportamento do consumidor observadas pela indústria de alimentos e bebidas. Com a popularização da cultura de bem-estar e autocuidado, os clientes estão mais atentos aos rótulos e a produtos que se encaixem em suas rotinas saudáveis. A redução de estimulantes, como a cafeína, também é uma demanda em determinados perfis de consumo.

No ponto de venda, a Triple Z aposta em uma identidade visual mais limpa, pensada para se diferenciar nas prateleiras sem se distanciar da aparência clássica da marca.

A Coca-Cola iniciou a venda da Triple Z em mercados europeus selecionados e informou que a expansão para outros países dependerá da resposta do consumidor, uma estratégia de lançamento que tem sido adotada por grandes fabricantes de bebidas ao testar novos produtos antes de ampliar a distribuição.

Por enquanto, a empresa não informou cronograma de expansão para fora da Europa. A entrada em outros mercados vai seguir o desempenho comercial do produto nos países de estreia.

Tendências no mercado

O lançamento da Coca-Cola Triple Z reflete uma mudança no padrão de consumo de bebidas. Nos últimos anos, cresceu a procura por refrigerantes e outras bebidas sem açúcar, sem calorias e, em alguns casos, sem cafeína — como a proposta completa do produto.

Dados de mercado indicam retração no consumo de refrigerantes tradicionais em partes da América Latina em 2024, enquanto o segmento global de bebidas zero açúcar movimentou US$ 65,35 bilhões no mesmo ano, com projeções de crescimento acelerado nos próximos anos, segundo

Em paralelo, categorias de bebidas sem cafeína também avançam, com expectativa de crescimento de 5,3% até 2030 segundo a Grand View Research, o que reflete a busca por produtos que se encaixem em rotinas de consumo mais controladas e que driblem a agitação.

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