Séries: Algumas mortes mudaram completamente suas séries e continuam sendo lembradas anos depois (The Last of Us/ HBO/Divulgação)
Freelancer
Publicado em 15 de junho de 2026 às 10h05.
Ao longo da história da televisão, poucas coisas causam tanto impacto quanto a morte de um personagem querido. Seja por uma despedida heroica, um acontecimento inesperado ou uma cena particularmente emocionante, algumas perdas marcaram gerações de espectadores e continuam sendo lembradas anos depois.
De dramas médicos a produções de fantasia e ficção pós-apocalíptica, confira dez personagens cujas mortes deixaram saudades entre os fãs.
Marissa Cooper foi uma das protagonistas mais populares de "The O.C.". Após anos enfrentando problemas familiares, relacionamentos conturbados e crises pessoais, a personagem interpretada por Mischa Barton teve um fim trágico no encerramento da terceira temporada.
Depois de sofrer um grave acidente de carro, Marissa morre nos braços de Ryan Atwood. A cena emocionou e revoltou os fãs e é considerada até hoje um dos momentos mais marcantes da série adolescente.
Poucos episódios provocaram tanta repercussão quanto a morte de Glenn Rhee em "The Walking Dead". Querido pelo público desde o início da produção, o personagem era visto como um símbolo de esperança em meio ao caos do apocalipse zumbi.
Sua execução brutal pelas mãos de Negan chocou espectadores ao redor do mundo. A sequência foi tão impactante que gerou debates intensos entre os fãs e marcou uma mudança definitiva no tom da série.
Joel Miller conquistou o público como o protagonista da primeira temporada de "The Last of Us". Sua relação com Ellie foi o coração emocional da história e fez com que os espectadores criassem uma forte conexão com o personagem.
Por isso, sua morte na segunda temporada teve um impacto enorme. Ele é morto por Abby Anderson, uma personagem que busca vingança pela morte de seu pai. O acontecimento não apenas abalou os fãs, mas também serviu como ponto de partida para os principais conflitos da trama, transformando o rumo da narrativa.
Introduzido apenas na quarta temporada de "Stranger Things", Eddie Munson rapidamente se tornou um dos personagens mais queridos da série.
Sua morte aconteceu durante a batalha contra as criaturas do Mundo Invertido. Ao decidir ficar para trás e enfrentar o perigo, Eddie protagonizou um sacrifício que emocionou o público e consolidou sua popularidade, mesmo com pouco tempo de tela.
Carismático, inteligente e extremamente habilidoso em combate, Oberyn Martell roubou a cena em sua única temporada de "Game of Thrones".
Sua luta contra Gregor Clegane parecia encaminhada para uma vitória até que um descuido mudou tudo. A morte violenta e inesperada do personagem se tornou uma das cenas mais chocantes da série e ajudou a reforçar a reputação da produção de eliminar personagens importantes sem aviso.
Bobby Singer era muito mais do que um aliado dos irmãos Winchester em "Supernatural". Para Sam e Dean, ele funcionava como uma figura paterna e uma das pessoas mais importantes de suas vidas.
Durante o confronto contra Dick Roman, líder dos Leviatãs, Bobby invade um prédio para obter informações que poderiam ajudar Sam e Dean Winchester. No entanto, ele é surpreendido por Dick, que atira em sua cabeça à queima-roupa.
Sua morte na sétima temporada foi especialmente dolorosa porque representou a perda de um dos personagens mais constantes da série. A despedida e suas últimas palavras ficaram marcadas na memória dos fãs.
Conhecido como "McDreamy", Derek Shepherd foi um dos rostos mais emblemáticos de "Grey’s Anatomy" durante mais de uma década.
O neurocirurgião morreu após sofrer um grave acidente de trânsito. A decisão surpreendeu o público e gerou forte repercussão entre os espectadores, especialmente por encerrar uma das histórias de amor mais populares da televisão ao lado de Meredith Grey.
Hank Schrader começou "Breaking Bad" como um agente da DEA determinado a capturar o misterioso traficante conhecido como Heisenberg.
Ao longo das temporadas, o personagem ganhou profundidade e se tornou um dos favoritos do público. Sua morte ocorreu pouco depois de finalmente descobrir toda a verdade sobre Walter White, em uma cena tensa e inevitável que simbolizou o colapso definitivo da família White.
Embora durante grande parte da série os personagens acreditassem que Charlie Harper havia morrido após ser atropelado por um trem em Paris, o episódio final de "Two and a Half Men" revelou uma reviravolta inesperada. A trama mostra que Charlie, na verdade, estava vivo e havia sido mantido em cativeiro por Rose durante anos. Após conseguir escapar, ele retorna com a intenção de reencontrar Alan e acertar contas com as pessoas que fizeram parte de sua vida.
No entanto, a produção optou por encerrar a história de forma totalmente cômica e metalinguística. Quando Charlie finalmente chega à casa, um piano cai do céu sobre sua cabeça e o mata instantaneamente antes mesmo de aparecer claramente em cena.
O desfecho foi interpretado como uma "brincadeira de mau gosto" com a saída conturbada de Charlie Sheen e se tornou um dos finais mais comentados e controversos da história das sitcoms.
A morte de Charlie Pace está entre os momentos mais emocionantes de "Lost". Ex-integrante de uma banda de rock, o personagem passou por uma longa jornada de redenção ao longo da série.
Em uma das cenas mais famosas da televisão, Charlie sacrifica a própria vida para salvar seus amigos e garantir que uma importante mensagem chegue até eles. Seu gesto heroico e a icônica frase "Não é o barco da Penny" escrita na mão antes de morrer transformaram a despedida em um dos momentos mais lembrados pelos fãs da produção.