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Vendas on-line cresceram 41% no "esquenta" da Black Friday

Os sete dias anteriores a esta edição do evento comercial — o chamado “esquenta” — totalizaram R$ 2 bilhões em transações

Pesquisa revela 23% que houve uma alta de 15% no tíquete médio de compra, para R$ 453 (japatino/Getty Images)

Pesquisa revela 23% que houve uma alta de 15% no tíquete médio de compra, para R$ 453 (japatino/Getty Images)

AO

Agência O Globo

Publicado em 27 de novembro de 2020 às 12h03.

Última atualização em 27 de novembro de 2020 às 12h49.

Os sete dias anteriores à Black Friday — o chamado “esquenta” — totalizou R$ 2 bilhões em vendas on-line, o que representa um crescimento de 41% em relação a 2019, de acordo com informações da Ebit|Nielsen.

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O resultado aponta ainda uma elevação de 23% no total de pedidos, para 4,5 milhões, e uma alta de 15% no tíquete médio de compra, para R$ 453.

O crescimento está em linha com o projetado de crescimento para a Black Friday de 2020, de alta de 27% em relação ao faturamento do ano passado.

“Os primeiros números desse período pré-Black Friday estão muito fortes e reforça esse cenário de que a pandemia atraiu novos consumidores ao ambiente on-line porque muita gente ainda não está totalmente confortável de sair de casa", afirmou a líder de Ebit|Nielsen, Júlia Ávila.

Os dados parciais de quinta-feira, até as 15h59, mostram que o crescimento em relação ao mesmo dia do ano anterior foi de 34%.

O segmento de maior destaque dessa semana, de 19 a 25 de novembro, foi Pet Shop, com uma alta expressiva de 239%, seguido por Casa e Decoração (147%), Bicicletas (93%), Alimentos (67%), Departamento (62%), Perfumaria (57%) e Construção e Ferramentas (47%).

Crescimento das vendas por região

No recorte regional, o destaque ficou com a região Nordeste, que registrou, segundo a Ebit|Nielsen, maior taxa de crescimento (59%), seguido por Sul (48%) Centro-Oeste (41%), Sudeste (37%) e Norte (33%).

Apesar disso, a região Sudeste ainda é a principal contribuidora para o crescimento total ao representar uma fatia de 61% em todo faturamento.

Em número de pedidos, Nordeste teve incremento de 36%, à frente de Sul (22%), Sudeste (22%), Norte (21%) e Centro-Oeste (13%).

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