Negócios

Spotify sofre processo de direitos autorais de US$ 1,6 bi

A empresa foi processada pela Wixen Music Publishing por usar milhares de músicas de Tom Petty, Neil Young e Doors sem licença

Spotify: Empresa planeja listar ações em bolsa neste ano (Christian Hartmann/Reuters)

Spotify: Empresa planeja listar ações em bolsa neste ano (Christian Hartmann/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 3 de janeiro de 2018 às 11h33.

Bengaluru - A empresa de transmissão de música Spotify foi processada pela Wixen Music Publishing na semana passada por alegadamente usar milhares de músicas, incluindo as de Tom Petty, Neil Young e o Doors, sem licença e pagamento à editora de música.

A Wixen, que tem a licença exclusiva de músicas como "Free Fallin" de Tom Petty, "Light My Fire" da banda Doors, (Girl We Got a) Good Thing do Weezer e obras de cantores como Stevie Nicks, está buscando danos no valor de pelo menos 1,6 bilhão de dólares.

A Spotify não obteve uma licença direta ou obrigatória da Wixen que permitiria reproduzir e distribuir as músicas, disse o processo, apresentado em um tribunal federal de Califórnia.

A Wixen também alegou que a Spotify terceirizou seu trabalho para um fornecedor de serviços de licenciamento e royalties da Agência Harry Fox, que estava "mal equipado para obter todas as licenças mecânicas necessárias".

Spotify não quis comentar.

Em maio, o Spotify, com sede em Estocolmo, na Suécia, concordou em pagar mais de 43 milhões de reais para encerrar uma ação coletiva alegando que a empresa não pagou royalties por algumas das músicas que disponibiliza aos usuários.

O valor do Spotify, que está planejando listar ações em bolsa neste ano, cresceu cerca de 20% nos últimos meses, para pelo menos 19 bilhões de dólares.

Acompanhe tudo sobre:MúsicaDireitosSpotify

Mais de Negócios

De vendedor porta a porta a CEO: como ele quer vender R$ 12 bilhões em consórcios ao ano

Decathlon chega aos R$ 100 bilhões. O próximo passo: lojas menores para crescer no Brasil

Eles começaram com pub sertanejo em Londrina. Hoje lideram 'laboratório de franquias' de R$ 200 mi

A startup que quer tirar vendedores da intuição e colocar dados no lugar