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Apresentado por SHOPEE

Shopee Trends mostra caminhos para negócios brasileiros crescerem no digital

Evento reuniu cerca de 10 mil participantes em São Paulo, apresentou soluções para vendedores e reconheceu empreendedoras que ampliaram seus negócios por meio do comércio eletrônico

Shopee Trends: evento reuniu cerca de 10 mil participantes em São Paulo para discutir caminhos de crescimento no comércio digital.  (SHOPEE/Divulgação)

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Exame Brand Solutions
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Publicado em 26 de agosto de 2026 às 12h05.

Última atualização em 26 de agosto de 2026 às 12h05.

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Quando a Shopee começou a operar no Brasil, em 2020, Ednilva Mariane de Oliveira trabalhava com um grupo de cinco pessoas na produção de roupas infantis. No marketplace, seu negócio cresceu, passou a vender para diferentes regiões do país e hoje emprega mais de 100 pessoas, boa parte delas da comunidade de Socorro, no interior de São Paulo.

À frente da loja Nika Baby, a empreendedora também criou um projeto gratuito para ensinar jovens a fabricar e vender produtos pela internet. A meta agora é chegar a R$ 30 milhões em faturamento neste ano. “Não cresço sozinha. Foco na comunidade onde estou localizada e trago crescimento mútuo”, afirma.

A história de Oliveira é uma entre as de mais de 3 milhões de vendedores brasileiros registrados na Shopee. Eles respondem por 95% das vendas realizadas na plataforma no país. Entre os produtos comercializados por esses lojistas, 80% são de origem e produção nacional, segundo pesquisa da empresa.

"A Shopee oferece uma solução simples para pequenos negócios acessarem mais de 90 milhões de consumidores brasileiros que entram na plataforma todos os meses"Felipe Lima, da Shopee

A trajetória da empreendedora por trás da Nika Baby rendeu a ela o primeiro lugar da categoria Servimos, da Mulher do Ano Shopee, iniciativa que reconhece vendedoras pelo impacto econômico e social dos seus negócios , e que foi realizada durante a segunda edição do Shopee Trends.

O evento reuniu cerca de 10 mil vendedores, criadores, especialistas e parceiros nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, para discutir os próximos caminhos do comércio eletrônico.

Com três palcos simultâneos, palestras, workshops, transmissões ao vivo e espaços de consultoria e networking, a programação partiu dos desafios de quem empreende, como ganhar visibilidade, organizar a operação e fazer com que os produtos cheguem aos consumidores com mais rapidez. Veja os destaques do evento:

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Negócios locais em escala nacional

A estrutura apresentada no Shopee Trends busca reduzir as barreiras que ainda dificultam a digitalização de fabricantes, pequenos comerciantes e vendedores que começaram no ambiente físico.

“Hoje é um desafio para muitos vendedores, comerciantes de lojas físicas e fabricantes entrarem no meio digital. A Shopee oferece uma solução simples para pequenos negócios acessarem mais de 90 milhões de consumidores brasileiros que entram na plataforma todos os meses”, afirma Felipe Lima, diretor de Desenvolvimento de Negócios e Operações de Fulfillment da Shopee.

"Os 3 milhões de vendedores brasileiros registrados respondem por 95% das vendas realizadas pela Shopee no Brasil"

Entre as novidades apresentadas está a expansão do Fulfillment da Shopee, modelo no qual os produtos ficam armazenados nos centros de distribuição da empresa. O serviço cresceu 15 vezes em volume de pedidos processados no último ano. Segundo a companhia, ele pode tornar as entregas até três vezes mais rápidas e elevar em até cinco vezes o número de pedidos de um item.

A empresa também apresentou o Turbo, modalidade que permite que os vendedores realizem entregas em até quatro horas na Grande São Paulo.

Outra frente discutida foi a de social commerce, que aproxima conteúdo e venda. A plataforma registra mais de 10 mil lives  e 700 mil novos vídeos publicados diariamente, além de reunir mais de 10 milhões de criadores em seu programa de afiliados no Brasil.

Recursos de inteligência artificial também passaram a apoiar diferentes etapas da jornada do consumidor e ajudar os vendedores a operar com mais eficiência. Entre eles estão recomendações personalizadas, busca inteligente, resumos de avaliações e ferramentas para otimizar anúncios.

Quando o crescimento alcança a comunidade
Se parte da programação mostrou como os vendedores podem ganhar escala, o Mulher do Ano Shopee apresentou o que acontece quando esse crescimento ultrapassa os limites da loja. A geração de renda pode melhorar as condições de uma família, criar empregos e movimentar a economia das comunidades onde esses negócios surgiram. 

Prêmio Mulher do Ano Shopee: iniciativa reconheceu empreendedoras que ampliaram seus negócios e resultados por meio do comércio eletrônico. (SHOPEE/Divulgação)

As mulheres representam 51% dos vendedores ativos da Shopee. Para mostrar como essa participação se traduz em geração de renda e desenvolvimento de negócios, a segunda edição do Mulher do Ano Shopee recebeu cerca de 500 inscrições de diferentes regiões do país.

Entre as participantes, 84% administram seus negócios sem sócios, 88% vendem produtos feitos no Brasil ou utilizam matéria-prima brasileira e 60% empreendem no interior ou em polos produtivos.

Realizada em parceria com a Rede Mulher Empreendedora, a premiação avaliou as candidatas em duas categorias. Servimos reconheceu negócios que geram impacto social nas comunidades. Vamos Mais Rápido destacou o crescimento e o desempenho das lojas no último semestre.

Além de Oliveira, a premiação reconheceu em primeiro lugar Ane Caroline da Silva, da Ane Silva Joias. A empreendedora usou as transmissões ao vivo da Shopee para multiplicar as vendas de sua marca de jóias por 56. Hoje, o negócio fatura R$ 1 milhão por mês, dos quais 90% vêm das Shopee Lives, emprega 25 pessoas e processa entre 500 e 800 pedidos por dia.

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As dez finalistas receberam mentoria, créditos para anúncios e premiações que chegaram a R$ 17 mil em dinheiro e créditos de publicidade na plataforma.

Para Ana Fontes, fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora, o efeito desses negócios costuma ultrapassar a renda individual. A autonomia financeira pode ajudar mulheres a deixar relações abusivas, melhorar as condições de suas famílias e movimentar a economia ao redor.

“Quando essas mulheres dão certo e o negócio consegue se desenvolver, elas investem na educação dos filhos e na comunidade. E, quando podem empregar, empregam outras mulheres, criando um círculo de prosperidade”, afirma.

No Shopee Trends, logística, conteúdo e inteligência artificial apareceram como caminhos para ampliar o acesso de pequenos negócios ao e-commerce. As histórias reconhecidas pela Mulher do Ano mostraram a outra parte dessa equação: o que muda quando esse crescimento também gera renda, empregos e novas oportunidades fora da plataforma. 

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