Negócios

Senadora questiona rápida aprovação de aquisição do Whole Foods

A Comissão Federal do Comércio disse que havia encerrado sua investigação antitruste sem pedir novamente informações adicionais sobre o acordo

Amazon: a senadora disse que vai pedir que a comissão explique porque tomou uma decisão tão rapidamente (Mike Segar/Reuters)

Amazon: a senadora disse que vai pedir que a comissão explique porque tomou uma decisão tão rapidamente (Mike Segar/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 25 de agosto de 2017 às 16h09.

Priorizar nos meus resultados Google

Washington - Uma senadora democrata dos Estados Unidos questionou nesta sexta-feira a rápida aprovação pela Comissão Federal de Comércio da compra do Whole Foods Market pela Amazon.com nesta semana, menos de três meses após o negócio de 13,7 bilhões ter sido anunciado.

A comissão disse nesta quarta-feira que havia encerrado sua investigação antitruste sem pedir novamente informações adicionais sobre o acordo, que impactou o setor supermercadista.

A senadora Amy Klobuchar, de Minnesota, disse em um comunicado nesta sexta-feira que estava preocupada com a decisão da comissão de não "revisar completamente" o acordo, que foi anunciado em 16 de junho.

"O acesso cada vez maior da Amazon aos dados e comportamentos dos consumidores e sua dominância no varejo online levantam questões sobre a possibilidade de esta fusão prejudicar os clientes e suprimir a competição", disse ela.

A senadora disse que vai pedir que a comissão explique porque tomou uma decisão tão rapidamente.

A Amazon não quis comentar. A comissão não respondeu imediatamente a um pedido de comentários.

 

Acompanhe tudo sobre:AmazonEstados Unidos (EUA)Fusões e Aquisições

Mais de Negócios

A marca de sorvetes que vende 13 milhões de picolés por ano e quer superar R$ 80 milhões com a Cimed

Rede que mira R$ 246 milhões leva fliperamas ao cinema e testa novo negócio em São Paulo

Cimed investe R$ 80 milhões para levar cosméticos coreanos às farmácias brasileiras

Ele superou dívida milionária e lidera a maior escola de oratória do Brasil, que mira R$ 220 milhões