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Apresentado por GRUPO PROSEGUR

Como a segurança híbrida une tecnologia e pessoas para reduzir riscos

Com modelo integrado, SegurPro garante continuidade operacional e vigilância especializada em operações complexas de empresas em setores como de energia, óleo e gás

Segurança corporativa: IA e dados ajudam empresas a antecipar riscos operacionais. (GRUPO PROSEGUR/Divulgação)

Segurança corporativa: IA e dados ajudam empresas a antecipar riscos operacionais. (GRUPO PROSEGUR/Divulgação)

EXAME Solutions
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Publicado em 27 de abril de 2026 às 10h13.

Última atualização em 5 de maio de 2026 às 09h21.

A segurança corporativa atravessa um período de profunda transformação, impulsionada pela digitalização de processos, pelo aumento da complexidade operacional e por exigências regulatórias cada vez mais rigorosas. Em setores críticos, como os de energia, óleo e gás, o desafio vai além da proteção patrimonial: envolve garantir continuidade operacional, reduzir riscos humanos e ambientais e lidar com grandes volumes de dados provenientes de sistemas historicamente isolados.

Nesse contexto, iniciativas de integração tecnológica e uso avançado de dados têm redefinido a forma como ativos, pessoas e operações são protegidos. “Tradicionalmente, a segurança agia após a ocorrência de um incidente, mas o cenário atual exige a capacidade de se antecipar aos riscos por meio da integração de tecnologia e análise de dados”, analisa Sergio Souza, CEO da SegurPro, divisão de Segurança Física e de Tecnologia do Grupo Prosegur.

De olho nesse movimento, grandes corporações têm optado por evoluir estruturas fragmentadas de segurança para modelos integrados. Um exemplo é a atuação da SegurPro em projetos de alta complexidade conduzidos para uma grande empresa do setor petrolífero. Souza explica que, antes da iniciativa, a companhia operava com um modelo de monitoramento distribuído por diversas unidades e com uso limitado de ferramentas de gestão centralizada, sem integrações profundas com outros sistemas corporativos ou camadas analíticas mais avançadas.

“Esse cenário começou a mudar com a decisão de estruturar o Centro de Controle Operacional (CCO), que funciona como um hub de inteligência que combina tecnologia, processos e especialização técnica para garantir toda a segurança corporativa dentro de uma grande organização”, diz o executivo.

Sergio Souza, CEO da SegurPro, divisão de Segurança Física e de Tecnologia do Grupo Prosegur: "A tecnologia ajuda, mas as pessoas também ajudam a tecnologia, em especial para gerar dados."

Modelo híbrido como diferencial

A iniciativa envolveu um upgrade significativo da plataforma unificada de segurança (Genetec), acompanhado da implementação de rotinas operacionais padronizadas, procedimentos operacionais (POPs), treinamentos especializados e documentação técnica detalhada. Além disso, foram incorporados analíticos de vídeo e inteligência artificial para filtrar o que é realmente relevante para os operadores.

Souza aponta que, no modelo tradicional, a visão humana é sobrecarregada por múltiplas telas, mas, com a IA, o sistema gera alertas automáticos apenas para situações que exigem intervenção. "Com isso, você tem ganhos de recursos e consegue monitorar muito mais coisa ao mesmo tempo", afirma o executivo.

Essa união entre trabalho humano e tecnologia de ponta é o que a SegurPro chama de segurança híbrida, um modelo que integra vigilantes treinados a sistemas digitais para antecipar riscos. Com cerca de 30 mil funcionários no Brasil, a empresa utiliza dispositivos móveis para coletar milhares de informações diárias sobre rondas e incidentes.

"A tecnologia ajuda, mas as pessoas também ajudam a tecnologia, em especial para gerar dados. Essa retroalimentação permite uma atuação preventiva em vez de apenas agir após o problema ocorrido", reforça Souza.

Como resultado, a segurança corporativa passou a operar de forma mais orientada à inteligência. A centralização de dados e o uso de soluções de Business Analytics ampliaram a capacidade de análise preditiva e preventiva, com impactos diretos na mitigação de riscos, na eficiência operacional e na redução de custos associados a falhas ou respostas tardias.

Bastidor do sistema de intercomunicação da SegurPro: Equipamento que comanda todo o sistema de sonorização, emite os alarmes de comunicação de evacuação e abandono, permite as trocas de mensagens entre as salas de telecom. (Prosegur/Divulgação)

Segurança em qualquer ocasião

Outro pilar de inovação na companhia foi o Projeto de Revitalização de Sistemas de Intercomunicação, focado na renovação tecnológica do sistema PAGA (Public Address General Alarm) em plataformas de petróleo. Esse sistema é vital para a comunicação de emergência, como alarmes de incêndio e ordens de evacuação. Com a iniciativa, a SegurPro substituiu sistemas analógicos por soluções digitais de alta fidelidade, garantindo maior rapidez na tomada de decisão entre a plataforma e a base em terra.

O desafio técnico foi bastante significativo. “A operação precisou ser executada sem interromper as atividades da plataforma, o que exige uma logística sofisticada de embarque de equipes e conformidade com normas reguladoras rigorosas”, destaca o executivo.

A durabilidade dos equipamentos também é um fator crítico no ambiente offshore, uma vez que os dispositivos instalados precisam suportar condições climáticas extremas, como maresia, ventos fortes e tempestades.

Souza reforça que esses projetos recentes são um marco de como a tecnologia pode ser aplicada para garantir a continuidade de negócios em setores vitais da economia. A eficiência alcançada com a centralização de dados também permite que empresas de outros tamanhos e setores adotem modelos semelhantes.

"A primeira coisa é entender quais são os gargalos da empresa e, então, buscar uma solução que seja adequada. A inovação em segurança corporativa é uma combinação de hardware resistente, software inteligente e equipes altamente treinadas para operar em cenários de alta complexidade. É a transição definitiva para uma era em que prevenir é mais eficiente, barato e seguro do que reagir”, conclui o executivo.

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