Negócios

Santander espera que lucro se normalize em três anos

Diante da estagnação da economia na Espanha, o banco espera que o volume de crédito doméstico caia 3% até 2013, enquanto prevê um aumento anual de 5% nos depósitos

No primeiro semestre de 2011, a rede do Santander registrou uma queda nos lucros de 28,4%, para 500 milhões de euros (Divulgação)

No primeiro semestre de 2011, a rede do Santander registrou uma queda nos lucros de 28,4%, para 500 milhões de euros (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de setembro de 2011 às 08h57.

Madri - O banco espanhol Santander espera voltar aos níveis normais de resultado em três anos, depois que a crise econômica na Espanha e a deterioração dos ativos prejudicam o lucro desde o ano passado.

"Nos próximos três anos, veremos uma normalização gradual do lucro do banco, com uma melhora da rentabilidade sobre recursos próprios de 3 a 6 pontos percentuais a médio prazo", disse nesta quinta-feira o conselheiro Alfredo Sáenz.

Sáenz disse na apresentação para investidores em Londres que essa recuperação da rentabilidade se assenta na normalização das provisões em mercados maduros.

No primeiro semestre de 2011, a rede do Santander registrou uma queda nos lucros de 28,4 por cento, para 500 milhões de euros, e a filial doméstica Banesto teve uma queda de 56,5 por cento, para 168 milhões de euros.

Diante da estagnação da economia na Espanha, o banco espera que o volume de crédito doméstico caia em uma média anual de 3 por cento até 2013, enquanto prevê um aumento anual de 5 por cento nos depósitos no mesmo período.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasSantanderBancosEmpresas espanholasEuropaPiigsLucroFinançasEspanhaBalanços

Mais de Negócios

Luana Lopes Lara defende Kalshi no Web Summit Rio e diz que quer trazer empresa ao Brasil

Exclusivo: ‘Com a Copa do Mundo, vamos acelerar o turismo no Brasil’, diz nova CEO da Decolar

Por R$ 150 milhões, fintech catarinense Asaas compra startup que usa IA para vender pelo WhatsApp

A corrida que mudou a Vulcabras: como a dona da Olympikus saiu da dívida e chegou a R$ 4 bilhões