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Eletrobras terá novo presidente: saiba quem é Rodrigo Limp

Substituto de Wilson Ferreira Júnior não foi selecionado por consultoria como era previsto e não tem experiência no setor privado

A Eletrobras (ELET3; ELET6) informou em fato relevante divulgado nesta quarta-feira, 24, que seu conselho de administração escolheu Rodrigo Limp Nascimento para ocupar o cargo de presidente da Companhia. Em um primeiro momento, a reação de investidores foi positiva: as ações ordinárias (ELET3) subiram 4,96% nesta quinta-feira.

Limp tem experiência no setor público e formação acadêmica no setor elétrico: é atualmente secretário de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia e foi diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre maio de 2018 e março de 2020. Mas ao que tudo indica, segundo o informado no site da Eletrobras, fará a sua estreia no mundo corporativo.

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Limp é formado em direito pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), tem MBA em Gestão em Empresa de Energia Elétrica pela FGV, mestrado em Economia do Setor Público pela Universidade de Brasília (UNB), é pós graduado em Direito Regulatório de Brasília, também pela UNB, e graduado em engenharia elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora.

A companhia estava em busca de um substituto para Wilson Ferreira Junior, que pediu demissão do cargo ao final de janeiro após os prometidos planos de privatização não terem saído do papel.

Porém, ao contrário do que havia sido anunciado anteriormente pela empresa, o novo presidente não foi selecionado pela assessoria Korn&Ferry, contratada para indicar um nome para o cargo. A decisão coube à União, acionista controlador da estatal.

Ainda assim, a Eletrobras reforça em comunicado que Limp foi “aprovado, por maioria, pelo conselho de administração, e atende aos requisitos legais e de qualificação técnica necessários para o cargo”.

A escolha de Limp para o cargo levou à renúncia de Mauro Gentile Rodrigues Cunha, conselheiro de administração e coordenador do comitê de auditoria e risco estatutário. A saída foi anunciada em um segundo fato relevante divulgado também nesta quarta-feira, em que Cunha descreve a escolha de Limp como uma “quebra irremediável de confiança no processo de governança do conselho da companhia”.

“A decisão [da escolha de Limp] desviou do processo sucessório com o qual este conselho se comprometeu. Adicionalmente, ignorou a opinião formal da consultoria externa independente contratada para nos assessorar neste processo, no sentido de que ‘não recomenda o candidato para o cargo de Diretor Presidente’”, argumentou Cunha em sua renúncia.

O novo CEO ainda deve passar por aprovação da Casa Civil e por eleição como conselheiro de administração da Eletrobras para depois ser eleito pelo conselho como novo presidente da companhia. Assim como na Petrobras, o estatuto da companhia prevê que o CEO deve ser um dos conselheiros.

 

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