Negócios

Publicis e Omnicom dizem não temer perda de clientes

"Nós esperamos mais ganhos do que perdas de receita", disse o executivo-chefe do Publicis, Maurice Levy

Funcionários da Bolsa de Valores de Nova York arrumam banner com os logos do Publicis Groupe e do Omnicom Group após o anúncio de fusão das duas empresas (Scott Eells/Bloomberg)

Funcionários da Bolsa de Valores de Nova York arrumam banner com os logos do Publicis Groupe e do Omnicom Group após o anúncio de fusão das duas empresas (Scott Eells/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 29 de julho de 2013 às 13h50.

Paris - Os executivos-chefes do Publicis Groupe e do Omnicom Group descartaram preocupações de que a fusão das companhias de propaganda poderá levar a uma perda de clientes de alto perfil.

"Nós esperamos mais ganhos do que perdas de receita", disse o executivo-chefe do Publicis, Maurice Levy, em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira, 29, um dia depois de as empresas anunciarem uma fusão para criar a maior companhia de publicidade do mundo.

Levy afirmou que as reações dos clientes têm sido positivas. O executivo-chefe do Omnicom, John Wren, disse que, se houver qualquer perda, ela será muito "próxima de 1% das receitas".

Os executivos também disseram que o objetivo é entregar US$ 500 milhões em sinergias anualizadas durante quatro ou cinco anos e ter uma taxa de pagamento de dividendo de cerca de 35% para a nova empresa.

As ações do Publicis fecharam em alta de 0,25% na Bolsa de Paris. Os papéis do Omnicom Group avançavam 0,54% em Nova York por volta das 12h45 (de Brasília). Fonte: Dow Jones Newswires

Acompanhe tudo sobre:Empresas americanasFusões e AquisiçõesAgências de publicidadePublicisOmnicom

Mais de Negócios

Gigante de R$ 5,6 bi, Rodobens fecha com o Mirassol de olho num mercado de R$ 600 milhões

Como uma startup virou a guardiã dos arquivos da CBF — e quer desafiar gigantes de fotografia

Assaí terá postos de combustível: 'Talvez consigamos entregar energia mais barata', diz CEO

Quem é a gigante chilena que fatura R$ 10 bilhões no Brasil e comrpou a rede paulista St. Marche