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Apresentado por PROSEGUR

O segredo do Grupo Prosegur para reter talentos em um setor desafiador

Modelo de gestão integra tecnologia, cuidado integral e desenvolvimento humano para fortalecer vínculos

Grupo Prosegur: empresa mantém uma base de trabalhadores preparada para um mercado cada vez mais complexo (PROSEGUR/Divulgação)

Grupo Prosegur: empresa mantém uma base de trabalhadores preparada para um mercado cada vez mais complexo (PROSEGUR/Divulgação)

EXAME Solutions
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Publicado em 15 de dezembro de 2025 às 17h56.

Última atualização em 18 de dezembro de 2025 às 12h08.

Em um setor pressionado por mudanças tecnológicas rápidas — da digitalização de operações ao avanço da cibersegurança —, o Grupo Prosegur busca se diferenciar em duas frentes: ampliando sua estrutura de inovação e mantendo uma base de trabalhadores preparada para um mercado cada vez mais complexo.

Enquanto quatro em cada dez empresas brasileiras registraram aumento no turnover voluntário em 2024, segundo a Great Place to Work, a multinacional, que opera em 36 países, segue em direção oposta.

A empresa sustenta essa tendência com um conjunto de iniciativas que vão da formação técnica e atualização constante a programas de bem-estar e diversidade, em uma tentativa de reduzir a rotatividade e elevar o padrão das relações de trabalho em um segmento historicamente marcado por desafios estruturais.

“Temos orgulho em investir mais de 70% do nosso EBITDA em talentos, o que representa muito bem o quanto ‘as pessoas são importantes para nós’, um dos valores da companhia”, afirma Nelson Dourado, diretor de Recursos Humanos do Grupo Prosegur no Brasil. Segundo ele, o interesse por oportunidades na empresa também cresce — foram mais de 1 milhão de candidaturas no site de carreiras em 2024.

De segurança física a ecossistema global de soluções

Com 50 anos de história e presença nos cinco continentes, o Grupo Prosegur evoluiu de suas raízes na segurança física para um ecossistema que hoje abrange logística de valores, soluções digitais, gestão de numerário, Segurança Híbrida, Tecnologia e cibersegurança. No Brasil, essa estrutura se traduz em três empresas — SegurPro, Prosegur Cash e Cipher — que reúnem desde profissionais operacionais até talentos altamente especializados.

Para Dourado, essa evolução, sustentada pela inovação, moldou diretamente a forma como a companhia atrai, forma e engaja sua força de trabalho. “A inovação é uma atitude, e nossos colaboradores demonstram isso todos os dias”, afirma. “É motivo de orgulho ver como o desenvolvimento humano e o desenvolvimento tecnológico caminham juntos no Grupo Prosegur. Nossos talentos são os verdadeiros protagonistas da transformação do grupo.”

Formação contínua para um setor que muda depressa

A qualificação é um dos eixos centrais da gestão de pessoas. A dinâmica da segurança privada mudou — e rápido. A incorporação de tecnologias de detecção inteligente, automação, análise de dados e proteção digital ampliou o escopo da profissão e exigiu competências mais integradas e multidisciplinares.

Para acompanhar esse movimento, o grupo estruturou a Universidade Corporativa Prosegur, uma plataforma robusta de formação acessível a todas as unidades de negócio. Em 2024, ela ultrapassou 2,6 milhões de horas de treinamento e alcançou 74 mil usuários no mundo.

“Investir na capacitação técnica e humana dos nossos profissionais é um compromisso inegociável para que estejam preparados para lidar com os desafios da profissão com ética, responsabilidade e excelência”, diz o diretor de RH.

As unidades de negócio possuem trilhas específicas — da segurança patrimonial à cibersegurança — com conteúdos adaptados às necessidades de cada colaborador. São, em média, 15 horas anuais de formação por pessoa, permitindo investir em re-skilling e up-skilling.

O catálogo oferece centenas de cursos. Para a trilha de 2025, por exemplo, estão disponíveis formações em People Skills, Portfólio e Negócios, Conformidade, Cultura Prosegur, Novas Formas de Trabalho, Tecnologia e Segurança Cibernética.

A força da escuta na gestão de pessoas

Outro pilar é a escuta ativa. Com mais de 44 mil colaboradores só no Brasil, compreender expectativas e percepções de equipes distribuídas pelo país é um desafio de grande escala. Por isso, a empresa estruturou o programa Voz do Colaborador (VoE), que acompanha momentos-chave da jornada — contratação, clima anual e desligamento.

As respostas são anônimas, mas permitem identificar tendências e orientar planos de ação. “Apresentamos os resultados às principais lideranças, que se comprometem conosco em cumprir as melhorias propostas”, afirma Dourado.

Entre as iniciativas originadas dessa escuta estão a renovação das trilhas educacionais, com novos formatos, como podcasts, e uma plataforma global de reconhecimento, que permite o registro de elogios entre colaboradores de diferentes países.

A comunicação interna também ganhou força nos últimos anos. Com quase 180 mil profissionais, integrar times diversos é um desafio e uma oportunidade. Por isso, a companhia implementou um novo aplicativo global de intranet, capaz de conectar colaboradores de diferentes localidades. Em 2024, a ferramenta registrou 124 mil usuários únicos em 20 países.

O impacto, segundo Dourado, é estratégico: “Construímos um ecossistema de comunicação mais inclusivo, que aumenta o engajamento, fortalece a cultura organizacional e garante que todos tenham acesso às informações da companhia.”

Nelson Dourado: diretor de Recursos Humanos do Grupo Prosegur no Brasil (Prosegur/Divulgação)

Bem-estar integral no centro da experiência do colaborador

Também fruto do VoE, o PRO360 é um dos programas que melhor representam os valores do Grupo Prosegur. Desde 2022, ele estrutura a política de saúde e qualidade de vida em quatro pilares: bem-estar físico, nutrição, saúde e bem-estar emocional-social.

No Brasil, os colaboradores têm acesso ao Wellhub, com planos gratuitos ou subsidiados. Além disso, contam com sessões virtuais com especialistas e uma agenda contínua de conteúdos sobre saúde mental, autocuidado, ansiedade e saúde financeira.

“Neste ano, tivemos um itinerário global de quatro encontros para explorar aspectos essenciais da nossa mente e emoções: autoconhecimento, atitude positiva, comunicação assertiva, autocuidado e equilíbrio”, cita Dourado.

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A agenda global de diversidade que guia o grupo

A promoção de um ambiente diverso, inclusivo e igualitário é outra marca da companhia. Em 2025, a Prosegur foi reconhecida no ranking Diversity Leaders 2025, do Financial Times, como a primeira empresa do setor de segurança privada entre os líderes globais em diversidade.

Para Dourado, o resultado decorre de uma jornada consistente. “Entre as práticas mais determinantes estão a política de Direitos Humanos e de Diversidade, programas de desenvolvimento voltados ao respeito e uma governança sólida em todos os níveis”, afirma.

O Canal Ético, que recebe denúncias seguras e confidenciais, integra esse arcabouço, garantindo que qualquer situação contrária ao Código de Ética e Conduta seja apurada e tratada.

Na equidade de gênero, iniciativas como o #EmpoweredWomen refletem a ambição de ampliar a presença feminina em posições de liderança em um setor historicamente masculino. Desde 2021, o programa envolveu mais de 330 mulheres em 16 países.

Enquanto o setor apresenta média de 14% de mulheres, o Grupo Prosegur Brasil chega a 22%, com mais de 9.200 colaboradoras. “É motivo de orgulho estar acima do setor, mas sabemos que há um longo caminho para alcançar a equidade”, afirma o executivo.

Quando o cuidado com pessoas gera resultados reais

Histórias individuais ajudam a traduzir, na prática, o impacto das agendas de diversidade, capacitação constante e desenvolvimento humano da companhia. Uma delas é a de Gicely Pereira, hoje gerente de operações da SegurPro na região Centro-Oeste.

Aos 50 anos, moradora de Goiânia e mãe de dois filhos, ela iniciou sua carreira na empresa há 28 anos como vigilante patrimonial — uma função predominantemente masculina. Ex-babá e empregada doméstica, ela encontrou no Grupo Prosegur um ambiente que aliava oportunidades internas a caminhos estruturados de formação.

Seu crescimento foi contínuo: tornou-se assistente administrativa, depois programadora de mão de obra, função estratégica na gestão de escalas da equipe operacional. Em 2009, foi promovida a coordenadora de operações, etapa em que retomou os estudos e concluiu a faculdade de administração. Em 2015, alcançou a posição de gerente de operações.

Hoje, lidera as operações das cinco filiais da SegurPro em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal, coordenando um time de 1.500 profissionais. Gicely sintetiza sua visão com clareza: “Nós, mulheres, somos especiais e iluminadas. Nada é mais forte que a força de vontade de uma mulher.”

Gicely Pereira: gerente de operações da SegurPro na região Centro-Oeste (Prosegur/Divulgação)

Qualidade do emprego como estratégia de futuro

Trajetórias assim ajudam a iluminar o caminho que a empresa projeta para o futuro. Ao olhar para os próximos anos, o Grupo Prosegur enxerga a evolução do setor não apenas sob a lente da tecnologia, mas também pela responsabilidade de elevar o padrão de qualidade do emprego no Brasil.

Em um segmento ainda desafiado por informalidade e assimetrias estruturais, a empresa defende relações de trabalho estáveis, seguras e alinhadas às normas legais.

Como explica Dourado, essa agenda é parte da estratégia corporativa. Processos seletivos rigorosos garantem uma base sólida para a geração de empregos formais e de qualidade. Desenvolver talentos, investir em diversidade e promover bem-estar não são iniciativas isoladas: formam os pilares de uma cultura incansável em busca de evolução.

Essa combinação — inovação na oferta de soluções e inovação na gestão de pessoas — reforça o diferencial competitivo da companhia. “No fim do dia, são os nossos colaboradores que contam ao mundo como é a experiência de trabalhar conosco”, conclui.

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