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Presidente da Tim reitera que não recebeu proposta da Oi

"Não comento sobre impacto ou não dessa situação na negociação, até porque não existia negociação, nem contato, nem proposta", afirmou o executivo

TIM: de acordo com o executivo, o modelo de negócios da Tim não depende de consolidação, mas se isso se tornar possível, a companhia vai analisar (Marc Hill/Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 9 de dezembro de 2015 às 14h52.

São Paulo - O presidente da Tim Brasil , Rodrigo Abreu, reiterou nesta quarta-feira, 9, que não recebeu proposta para uma consolidação de operações com a Oi, e não há negociações sobre a mesa.

Em encontro com jornalistas, o executivo evitou comentar sobre o impacto da crise no banco BTG Pactual, que fora contratado pela Oi para procurar oportunidades de negócios, numa possível consolidação.

"Não comento sobre impacto ou não dessa situação na negociação, até porque não existia negociação, nem contato, nem proposta", afirmou o executivo.

O presidente da Tim disse que, ao olhar o cenário futuro do setor, é natural que algumas oportunidades de consolidação possam aparecer, e a companhia estará disposta a analisar.

"Isso não significa que exista uma busca proativa pela situação. Nosso plano continua sendo de um crescimento orgânico, de independência, de investimento, de mudança de portfólio e mudança de modelo de negócios", acrescentou.

De acordo com o executivo, o modelo de negócios da Tim não depende de consolidação, mas se isso se tornar possível, a companhia vai analisar.

Leilão

O executivo disse ainda que é muito provável que a companhia participe do leilão de sobras de frequências, que deve acontecer em dezembro.

São faixas de 1,8, 1,9 e 2,5 gigahertz que serão colocadas em leilão. Amanhã, ocorre a entrega de garantias, explicou o executivo, e a companhia ainda está definindo a estratégia de participação no leilão.

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São Paulo - O presidente da Tim Brasil , Rodrigo Abreu, reiterou nesta quarta-feira, 9, que não recebeu proposta para uma consolidação de operações com a Oi, e não há negociações sobre a mesa.

Em encontro com jornalistas, o executivo evitou comentar sobre o impacto da crise no banco BTG Pactual, que fora contratado pela Oi para procurar oportunidades de negócios, numa possível consolidação.

"Não comento sobre impacto ou não dessa situação na negociação, até porque não existia negociação, nem contato, nem proposta", afirmou o executivo.

O presidente da Tim disse que, ao olhar o cenário futuro do setor, é natural que algumas oportunidades de consolidação possam aparecer, e a companhia estará disposta a analisar.

"Isso não significa que exista uma busca proativa pela situação. Nosso plano continua sendo de um crescimento orgânico, de independência, de investimento, de mudança de portfólio e mudança de modelo de negócios", acrescentou.

De acordo com o executivo, o modelo de negócios da Tim não depende de consolidação, mas se isso se tornar possível, a companhia vai analisar.

Leilão

O executivo disse ainda que é muito provável que a companhia participe do leilão de sobras de frequências, que deve acontecer em dezembro.

São faixas de 1,8, 1,9 e 2,5 gigahertz que serão colocadas em leilão. Amanhã, ocorre a entrega de garantias, explicou o executivo, e a companhia ainda está definindo a estratégia de participação no leilão.

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