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Apresentado por FISIOACADEMY

Com pós-graduações, FisioAcademy chega a R$ 35 milhões em dois anos

Crescimento acelerado veio da virada estratégica para educação digital certificada em fisioterapia

 Parte do time de fisioterapeutas da FisioAcademy: empresa atua no mercado de educação digital, oferecendo cursos online e, principalmente, pós-graduações reconhecidas pelo MEC voltadas para fisioterapeutas (FISIOACADEMY/Divulgação)

Parte do time de fisioterapeutas da FisioAcademy: empresa atua no mercado de educação digital, oferecendo cursos online e, principalmente, pós-graduações reconhecidas pelo MEC voltadas para fisioterapeutas (FISIOACADEMY/Divulgação)

EXAME Solutions
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Publicado em 27 de janeiro de 2026 às 11h41.

Última atualização em 27 de janeiro de 2026 às 11h50.

Em menos de dois anos de operação, a FisioAcademy alcançou um feito raro no mercado de educação no Brasil: a empresa ultrapassou a marca de R$ 35 milhões em vendas acumuladas, focada em infoprodutos voltados para o nicho de fisioterapia. Os números chamam atenção não apenas pelo volume, mas pela velocidade do crescimento em um segmento historicamente pulverizado e pouco acostumado a operações de grande escala financeira.

A liderança da empresa reúne fisioterapeutas com forte reconhecimento acadêmico e empresarial: Amir Curcio, Thiago Fukuda, Artur Amaral, Júnior Ferreira, Juliana Rosaino e Mariana Barbieri. Estruturada a partir desses nomes, com forte reconhecimento no mercado de saúde e reabilitação no país, a empresa atua no mercado de educação digital, oferecendo cursos online e, principalmente, pós-graduações reconhecidas pelo MEC voltadas para fisioterapeutas.

Mais do que concentrar o negócio em figuras individuais, a empresa foi desenhada desde o início para operar com um modelo escalável e independente de pessoas-chave, baseado em processos de seleção, validação e curadoria de professores, o que permite crescimento sem risco de concentração excessiva de conhecimento ou receita.

“O foco está na aplicação prática do conhecimento e na construção de resultados profissionais sustentáveis. Para isso, contamos com parceiros estratégicos e reconhecidos. Nosso grande diferencial é justamente termos fisioterapeutas de sucesso formando fisioterapeutas para que também tenham sucesso, formando assim um modelo de negócio que privilegia qualidade, escala e previsibilidade”, explica Amir Curcio.

Virada estratégica impulsionou o faturamento

Hoje, cerca de 90% do faturamento da empresa vem das pós-graduações, movimento que marcou a principal virada estratégica da operação e foi decisivo para o salto de receita.

Inicialmente focada em cursos de extensão (produtos sem certificação formal), a FisioAcademy reposicionou sua atuação para se tornar, de fato, uma empresa de educação. A mudança elevou o ticket médio, aumentou o tempo de relacionamento com os alunos e criou uma base de receita mais previsível e escalável.

“Não somos exatamente uma edtech tradicional. Nosso core está na curadoria de conteúdo, na autoridade técnica dos professores e na estrutura empresarial aplicada ao mercado digital”, avalia Curcio.

A combinação entre certificação formal, portfólio verticalizado, base própria de alunos e modelo de curadoria multiespecialistas criou uma barreira relevante de entrada em um mercado historicamente fragmentado.

Estratégia e posicionamento têm dado certo. No primeiro ano de atividades, em 2024, a empresa registrou entre R$ 13 milhões e R$ 14 milhões em vendas. Já em 2025, as vendas saltaram para R$ 21 milhões, consolidando um crescimento agressivo e consistente.

Portfólio diversificado e foco em autoridade distribuída

A expansão do portfólio foi determinante para sustentar o crescimento. Atualmente, a FisioAcademy reúne pós-graduações em áreas como fisioterapia traumato-ortopédica e desportiva, dermatofuncional, terapia intensiva (UTI), fisioterapia esportiva e fisioterapia domiciliar, além de programas de mentoria profissional e produtos voltados à gestão de carreira e aumento de faturamento dos fisioterapeutas.

Cada programa é coordenado por profissionais reconhecidos nacionalmente em suas especialidades, com histórico acadêmico, produção científica e forte presença no mercado. O modelo permite escalar autoridade sem concentrar todo o conteúdo em um único nome, reduzindo riscos operacionais, ampliando alcance e credibilidade.

Gestão corporativa aplicada ao digital

Por trás dos números, a estrutura organizacional também foge do padrão comum no mercado digital. A FisioAcademy investiu cedo em governança, contratou diretores, montou um time comercial robusto e implementou metas, bonificações agressivas e acompanhamento rigoroso de resultados semanais.

Segundo a liderança da empresa, a inspiração veio do mercado corporativo tradicional. A ideia foi trazer processos, disciplina financeira e organização típicos do mundo offline para um negócio digital, mantendo uma operação enxuta, mas com mentalidade de empresa de médio para grande porte em processo de expansão.

Essa abordagem tem sido um dos pilares para sustentar o ritmo de crescimento e evitar gargalos operacionais comuns em negócios que escalam rápido demais. A profissionalização permitiu não apenas vender mais, mas também manter previsibilidade e altas margens para expansão.

“Para 2026, a meta é atingir R$ 26 milhões em vendas anuais, ampliando o portfólio e aprofundando o relacionamento com a base de clientes”, projeta Amaral. Segundo Ferreira, “A estratégia passa por aumentar o LTV (lifetime value), oferecendo novos serviços para que o fisioterapeuta concentre sua jornada profissional dentro do ecossistema da empresa.”

Entre os projetos em estudo estão soluções complementares, como serviços de contabilidade, produtos de marca própria e novas linhas educacionais. Mais do que uma produtora de cursos, a ambição da empresa é se posicionar como a principal plataforma integrada para a carreira do fisioterapeuta da América Latina, reunindo educação, serviços e soluções ao longo de toda a jornada profissional.

“Estamos abrindo nossos números porque sabemos a importância disso. Nosso objetivo é construir uma operação sustentável, escalável e preparada para um crescimento de longo prazo”, finaliza Fukuda.

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