Negócios

Peugeot nomeia novos chefes para marcas Citroën e DS

Frédéric Banzet será substituído pela chefe operacional da marca de carros francesa, Linda Jackson


	PSA Peugeot: Peugeot está enfrentando dificuldades para estancar as perdas na maioria de seus mercados, que forçaram a segunda maior montadora da Europa a buscar um aumento de capital de 3 bilhões de euros
 (Chris Ratcliffe/Bloomberg)

PSA Peugeot: Peugeot está enfrentando dificuldades para estancar as perdas na maioria de seus mercados, que forçaram a segunda maior montadora da Europa a buscar um aumento de capital de 3 bilhões de euros (Chris Ratcliffe/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de maio de 2014 às 14h04.

Paris - O chefe da Citroën, Frédéric Banzet, será substituído pela chefe operacional da marca de carros francesa, Linda Jackson, disse a PSA Peugeot Citroën nesta quarta-feira.

Banzet, um membro da família fundadora Peugeot que está reduzindo sua participação como parte de uma aliança apoiada pelo governo da França com a chinesa Dongfeng Motor Group, terá um novo papel na companhia de holding da família, a FFP, no próximo mês.

A Peugeot está enfrentando dificuldades para estancar as perdas na maioria de seus mercados, que forçaram a segunda maior montadora da Europa a buscar um aumento de capital de 3 bilhões de euros (4,2 bilhões de dólares) no qual o governo francês e a Dongfeng estão adquirindo fatias de 14 por cento para se igualar à participação reduzida da família Peugeot.

A companhia disse que o diretor de estratégia Yves Bonnefont, que atualmente acumula o cargo de vice-presidente da Citroën, vai liderar a marca de luxo DS conforme ela se separa da Citroën sob o plano de recuperação anunciado pelo presidente-executivo Carlos Tavares no mês passado.

Jackson e Bonnefont vão compor o comitê executivo do grupo junto com o chefe da marca Peugeot, Maxime Picat.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasAutoindústriaMontadorasEmpresas francesasPeugeotPeugeot CitroënIndústriaExecutivos

Mais de Negócios

Avaliada em US$ 2,61 bilhões, essa empresa aposta em dois CEOs para escalar

Aos 30, ele tinha dinheiro e sucesso, mas mudou a estratégia para construir riqueza real

ONG forma talentos em 16 semanas e gera US$ 35 bi em impacto econômico

Sem contratar, empresa levanta US$ 100 milhões e triplica receita desde 2020