Negócios

Panasonic e Sanyo pagarão US$ 56,5 mi por fixar preços

Corporação japonesa e sua subsidiária admitiram que fixavam preços em produtos para automóveis e baterias nos Estados Unidos


	Panasonic: empresa aceitou acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, aceitando também o pagamento das multas para resolver o processo por violar as leis antimonopólio
 (Toru Hanai/Reuters)

Panasonic: empresa aceitou acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, aceitando também o pagamento das multas para resolver o processo por violar as leis antimonopólio (Toru Hanai/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 18 de julho de 2013 às 23h02.

Tóquio - A corporação japonesa de eletrônica Panasonic e sua subsidiária Sanyo aceitaram nesta sexta-feira (data local) pagar US$ 56,5 milhões após admitir que fixava preços em produtos para automóveis e baterias nos Estados Unidos.

Em comunicado, a empresa com sede em Osaka decidiu aceitar "o acordo de culpabilidade com o Departamento de Justiça dos EUA, aceitando o pagamento das multas para resolver o processo por violar as leis antimonopólio" deste país.

O órgão americano solicitava da Panasonic uma compensação de US$ 45,8 milhões por considerar que fixou preços nos EUA em produtos para automóveis com diversos clientes, entre eles os fabricantes japoneses Toyota e Nissan.

Já a Sanyo recebeu do Departamento de Justiça uma multa de US$ 10,7 milhões por violar as leis antimonopólio dos EUA nas vendas de suas baterias para computadores portáteis entre 2007 e 2008.

"As duas companhias colaboraram com as investigações abertas pelo Departamento de Justiça dos EUA e decidiram aceitar o acordo de culpabilidade", detalhou a Panasonic no comunicado.

Além disso, a empresa anunciou que, após assumir "este sério problema", diversos diretores da companhia, entre eles seu presidente e executivo-chefe, "devolverão entre 20% e 10% de suas bonificações" correspondentes ao ano fiscal 2012.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas japonesasempresas-de-tecnologiaPanasonicIrregularidadesRegulamentação

Mais de Negócios

'O KPI principal é a venda', diz CEO da Ancar após R$ 19,2 bi em vendas e aquisição

Elon Musk: quanto falta para homem mais rico do mundo se tornar trilionário?

Elon Musk chega mais perto do 1º trilhão

Fintech fundada por brasileiros é vendida por US$ 5,1 bilhões