Apresentado por ORIZON

Orizon VR (ORVR3): conheça a empresa que transforma lixo em produtos renováveis

Orizon Valorização de Resíduos, que realizou seu IPO em fevereiro de 2021, tem planos de multiplicar seu crescimento, gerando matéria-prima e energia renovável a partir dos resíduos sólidos
Orizon: desde que realizou seu IPO, em fevereiro de 2021, a empresa acumula uma valorização de 68% (Orizon/Divulgação)
Orizon: desde que realizou seu IPO, em fevereiro de 2021, a empresa acumula uma valorização de 68% (Orizon/Divulgação)
e
exame.solutions

Publicado em 15/09/2022 às 10:00.

Última atualização em 15/09/2022 às 14:50.

Por ano, o país produz mais de 80 milhões de toneladas de lixo. Cerca de 40% desse montante ainda é descartado em lixões que, de tão danosos para o meio ambiente e a saúde da população, devem deixar de existir até 2024, segundo o Marco Legal do Saneamento. Quando isso acontecer, todos os resíduos sólidos deverão necessariamente ser destinados de forma ambientalmente correta em aterros sanitários – como já acontece em quase metade dos municípios brasileiros –, e cada vez mais devem ser reaproveitados.

A oportunidade de transformação desses resíduos, portanto, é gigante. E na vanguarda da agenda urbana de sustentabilidade, uma empresa vem se destacando neste mercado: a Orizon Valorização de Resíduos (Orizon VR - ORVR3), que vem atraindo a atenção dos investidores mesmo em tempos voláteis para o mercado de ações.

A empresa, que realizou seu IPO em fevereiro de 2021 e, desde então, acumula uma valorização de 68% -- contra apenas 0,12% do Ibovespa. Não à toa, a companhia figurou pela segunda vez entre as Melhores e Maiores da Exame. O segredo: transformar aterros sanitários em ecoparques, que exploram todo o potencial dos resíduos sólidos urbanos, impulsionando a economia circular e preservando o meio-ambiente.

Enquanto os aterros sanitários comuns apenas recebem os resíduos sólidos e os destinam de maneira correta, a Orizon VR usa tecnologia de ponta para extrair o máximo de valor desses resíduos. E, acredite, existem muitas formas de fazer isso: triando mecanicamente o que pode ser reciclado; capturando o gás metano emitido pela decomposição dos resíduos orgânicos no aterro e gerando, posteriormente, milhões de crédito de carbono; transformando esse gás em biometano e energia elétrica verde, e até resíduos orgânicos em fertilizantes.

“A beleza do negócio está em todas essas plantas industriais que nós acoplamos ao aterro, ao transformá-lo em um ecoparque”, explica Milton Pilão, CEO da Orizon VR, que foi a primeira empresa do setor a comercializar créditos de carbono pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da ONU. “Cada linha de negócio é uma avenida de crescimento no nosso portfólio, o que traz perenidade e segurança à performance da companhia”.

Com diversas frentes de atuação, a empresa busca proporcionar sustentabilidade na relação entre a sociedade o meio ambiente, com soluções para um dos grandes desafios do planeta: o crescimento da população e o aumento da geração dos resíduos, que cresce no Brasil cerca de 5% a cada ano.

(Arte/Exame)

Construindo um futuro verde

Após vencer um leilão de energia para o longo prazo do governo federal ano passado, a Orizon VR inicia a construção da primeira usina “waste to energy” do Brasil, tecnologia mundialmente reconhecida, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo. Quando estiver em plena operação, o empreendimento deverá processar 300 mil toneladas de lixo urbano por ano, gerando energia suficiente para abastecer 320 mil pessoas.

A maior planta de triagem mecânica da América Latina também está sendo operada pela Orizon VR. Em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, a instalação conta com tecnologia de padrão internacional, usando sensores óticos para separar os resíduos mecanicamente. E em Paulínia, no interior de São Paulo, uma joint venture com outros dois sócios vem possibilitando a produção de biometano para geração de energia elétrica renovável.

“O Brasil está pelo menos 20 anos atrasado nessa agenda de destinação de resíduos, mas está correndo atrás. O mundo desenvolvido já não tem mais lixões, e explora o potencial desta matéria-prima transformando-a em produtos renováveis”, compara Pilão, que já comanda a operação de 12 ecoparques pelo Brasil, e com planos de implementar mais 3 unidades nos próximos meses, atendendo cerca de 40 milhões de pessoas.