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Operação da Petrobras no Japão não foi impactada após terremoto

Refinaria da companhia brasileira na ilha de Okinawa segue operando normalmente nesta sexta-feira

Petrobras: operação no Japão não foi afetada após terremoto (Divulgação/Petrobras)

Petrobras: operação no Japão não foi afetada após terremoto (Divulgação/Petrobras)

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Daniela Barbosa

11 de março de 2011, 14h53

São Paulo - O terremoto, seguido de tsunami, que atingiu o leste do Japão, nesta sexta-feira (11/3), não deve ter impacto direto nos negócios da Petrobras no país. Segundo informações da companhia, a planta da refinaria Nansei Sekiyu, que pertence 100% à petrolífera brasileira, fica na ilha de Okinawa, localizada na região norte do país, onde o tremor de terra não foi sentido.

Em Tóquio, uma das regiões mais atingidas pelo terremoto, a Petrobras possui apenas um escritório. A área foi evacuada a tempo de ninguém se ferir. De acordo com a petrolífera, há brasileiros trabalhando no país. A companhia possui 200 funcionáriosno Japão.

A Petrobras tem operações no Japão há mais de três anos. No final do ano passado, a companhia comprou a fatia restante, 12,5%, da refinaria Nansei,  para ter 100% de seus ativos.