Negócios

Oi vai contratar 800 técnicos em 21 estados

Movimento faz parte de novo desenho de gestão, que internalizou recentemente cerca de 4,4 mil colaboradores, que eram terceirizados, ao quadro de funcionários


	As vagas disponíveis nesta segunda fase de contratações contemplam profissionais com formação em cursos técnicos de telecomunicações, elétrica, eletrônica, eletrotécnica e mecânica. Também há vagas para engenheiros e administradores com curso superior
 (Marcelo Correa / EXAME)

As vagas disponíveis nesta segunda fase de contratações contemplam profissionais com formação em cursos técnicos de telecomunicações, elétrica, eletrônica, eletrotécnica e mecânica. Também há vagas para engenheiros e administradores com curso superior (Marcelo Correa / EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 23 de julho de 2013 às 17h49.

São Paulo - A Oi (OIBR4) vai contratar 800 profissionais de áreas técnicas para atuar em operação e manutenção, em 21 estados. As contratações serão destinadas às centrais de telecomunicações, de equipamentos de transmissão, de plataformas de dados e de equipamentos de rede móvel, segundo comunicado da companhia.

O movimento faz parte de um novo desenho de gestão, que internalizou recentemente cerca de 4,4 mil colaboradores, que eram terceirizados, ao seu quadro de funcionários em atividades de supervisão e gerenciamento de redes, até manutenção e operação de equipamentos.

As vagas disponíveis nesta segunda fase de contratações contemplam profissionais com formação em cursos técnicos de telecomunicações, elétrica, eletrônica, eletrotécnica e mecânica. Também há vagas para engenheiros e administradores com curso superior.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasServiçosgestao-de-negocios3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularBrasil TelecomOiTelemarEmpresas portuguesasEmpregosContratações

Mais de Negócios

Santiago Fossatti, da Kaszek, e a chance da América Latina na corrida da IA

A empresa por trás de R$ 2,1 trilhões em pagamentos de grandes companhias

Esta empresa de entregas vai faturar R$ 200 milhões ao parar de disputar entregadores por preço

Ele começou nos dois postos de combustível da família. Agora, sua rede vai faturar R$ 10 bilhões