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Oi divulga projeções com fim de acordo de confidencialidade

A Oi divulgou projeções de resultados para cada trimestre de 2016 e detalhes do plano de negócio referente a 2017 e 2018

Oi: companhia prevê fluxo de caixa positivo a partir do terceiro trimestre (Exame)
DR

Da Redação

Publicado em 17 de junho de 2016 às 18h59.

Rio de Janeiro - A Oi divulgou nesta sexta-feira projeções de resultados para cada trimestre de 2016 e detalhes do plano de negócio referente a 2017 e 2018, após fim do acordo de confisdencialidade com credores internacionais.

A companhia prevê fluxo de caixa positivo a partir do terceiro trimestre, quando estima o montante em 427 milhões de reais, e de 777 milhões de reais de outubro a dezembro.

Para o segundo trimestre, o fluxo de caixa estimado é negativo em 646 milhões de reais.

O grupo de telecomunicações informou mais cedo que ainda não conseguiu acordo com detentores de bônus para reestruturação financeira da empresa e que 60 por cento de seus recebíveis estão penhorados a bancos brasileiros.

Para a receita líquida, a expectativa é de fechar o ano em 26,38 bilhões de reais, praticamente em linha com 2015, quando foi de 26,44 bilhões de reais. Para 2017, a estimativa é de que chegue a 27,5 bilhões e em 2018, de 28,6 bilhões de reais.

A companhia estima que o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente alcance 7 bilhões de reais em 2016, leve recuo frente aos 7,23 bilhões de reais em 2015. Para 2017 e 2018, as projeções são de 7,768 bilhões e 8,58 bilhões, respectivamente.

Os investimentos previstos para este ano chegam a 5,26 bilhões de reais e de 5,178 bilhões em 2017. Para o ano seguinte, a companhia estima investir 5,1 bilhões de reais.

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A companhia prevê fluxo de caixa positivo a partir do terceiro trimestre, quando estima o montante em 427 milhões de reais, e de 777 milhões de reais de outubro a dezembro.

Para o segundo trimestre, o fluxo de caixa estimado é negativo em 646 milhões de reais.

O grupo de telecomunicações informou mais cedo que ainda não conseguiu acordo com detentores de bônus para reestruturação financeira da empresa e que 60 por cento de seus recebíveis estão penhorados a bancos brasileiros.

Para a receita líquida, a expectativa é de fechar o ano em 26,38 bilhões de reais, praticamente em linha com 2015, quando foi de 26,44 bilhões de reais. Para 2017, a estimativa é de que chegue a 27,5 bilhões e em 2018, de 28,6 bilhões de reais.

A companhia estima que o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) recorrente alcance 7 bilhões de reais em 2016, leve recuo frente aos 7,23 bilhões de reais em 2015. Para 2017 e 2018, as projeções são de 7,768 bilhões e 8,58 bilhões, respectivamente.

Os investimentos previstos para este ano chegam a 5,26 bilhões de reais e de 5,178 bilhões em 2017. Para o ano seguinte, a companhia estima investir 5,1 bilhões de reais.

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