São Paulo – Há outras maneiras de se trabalhar que vão além do digitar solitário no computador. De acordo com a empresa multinacional de mobiliário Herman Miller, que presta serviços para o Google, o Facebook e outras grandes do Vale do Silício, existem dez. Levando-se em conta se o serviço é mais indicado para ser feito em conjunto ou só, a maior especialista em ambientes de trabalho do mundo criou os modelos de ambiente ideais para aumentar a produtividade em cada uma delas. Veja a relação a seguir:
Na criação, pode-se tirar vantagem do palpite, do novo olhar ou mesmo da colaboração de outros colegas. Para facilitar isso, existe um ambiente chamado Colmeia, que intensifica a interação entre os funcionários.
Os chamados “jump spaces” são pequenas estações preparadas para receber pessoas temporariamente, seja para os funcionários que trabalham em home office, seja para aqueles que ficam pouco tempo no escritório, apenas para responderem a demandas específicas geradas por uma ideia anterior.
Quando um grupo grande de pessoas precisa trabalhar junto por um grande período de tempo, os clubhouses são os ambientes ideais. Eles são desenhados para a colaboração e também oferecem certa privacidade com relação aos demais membros da empresa.
Às vezes uma conversa rápida é mais eficaz do que uma grande reunião, pois é mais direta e economiza tempo e atenção de todos. Os esconderijos são os lugares desenhados para esse tipo de interação. São locais reservados, próximos às mesas individuais, onde duas ou três pessoas podem conversar rapidamente sobre determinado assunto com certa privacidade.
Entre uma tarefa e outra, é essencial que o funcionário tenha um tempo para respirar e reprogramar sua concentração para o próximo desafio. As chamadas “áreas de desembarque”, locais normalmente próximos às salas de reunião, são desenhadas para isso.
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