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Menos mulheres lideraram as maiores empresas dos EUA em 2015

O início do ano, 24 empresas da Fortune 500 eram comandadas por executivas, segundo levantamento da revista. Agora, elas são 22


	Ellen Kullman, ex-CEO da DuPont: executiva é uma das executivas que deixou o cargo neste ano
 (Alex Gallardo/Reuters)

Ellen Kullman, ex-CEO da DuPont: executiva é uma das executivas que deixou o cargo neste ano (Alex Gallardo/Reuters)

Luísa Melo

Luísa Melo

Publicado em 4 de janeiro de 2016 às 09h10.

São Paulo - Este ano vai terminar com menos mulheres no comando das maiores empresas dos Estados Unidos.

No início de 2015, 24 companhias da Fortune 500 eram comandadas por executivas, segundo levantamento da revista. Agora, elas são 22.

A primeira baixa ocorreu em junho, quando a Grannett Company fez uma cisão de seus negócios editoriais.

Sua então CEO, Gracia Martore, continuou à frente da nova corporação criada, mas ela não possui faturamento suficiente para figurar na lista das maiores do país.

Mais tarde, em outubro, Ellen Kullman, presidente da DuPont, anunciou que iria se aposentar.

Ainda de acordo com a Fortune, até 31 de janeiro de 2016, a quantidade de empresas encabeçadas por mulheres vai diminuir ainda mais, para 21. Nesta data, Carol Meyrowitz, CEO da TJX Companies, deixará o posto.

Apesar disso, outras duas executivas devem se tornar presidentes de companhias da Fortune 500 pela primeira vez no ano que vem.

Vicki Hollub é cotada para assumir a Occidental Petroleum, em maio, e Anna Manning deve começar a liderar a Reinsurance Gruop of America a partir de 31 de dezembro.

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