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Lufthansa vai começar a operar voos com Airbus A380 à Índia

País suspendeu na segunda a proibição de pouso para este modelo de aeronave no país


	Airbus A380 aterissa após demonstração: avião pode transportar mais de 800 passageiros em uma configuração de classe única
 (Adrian Dennis/AFP)

Airbus A380 aterissa após demonstração: avião pode transportar mais de 800 passageiros em uma configuração de classe única (Adrian Dennis/AFP)

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Da Redação

Publicado em 29 de janeiro de 2014 às 21h21.

Nova York - O presidente-executivo da Lufthansa disse nesta quarta-feira que a companhia aérea alemã planeja começar a usar os aviões superjumbo Airbus A380 em rotas para a Índia ainda neste ano.

Na segunda-feira, a Índia suspendeu a proibição de pouso para este modelo de aeronave no país, permitindo que companhias como Singapore Airlines, Lufthansa e Emirates Airline operem estes jatos no segundo país mais populoso do mundo.

Anteriormente, a Lufthansa havia dito que não tinha planos imediatos para usar o A380 nestas rotas.

"Estamos interessados ​​em usar o A380 também para os principais mercados da Índia", disse o CEO da Deutsche Lufthansa AG, Christoph Franz, em entrevista no Reuters Global Markets Forum, uma comunidade on-line para profissionais da área financeira.

Franz disse que a Lufthansa definitivamente planejava usar os aviões na Índia, mas destacou que o lançamento seria no fim do ano, uma vez que a sua frota de 10 aeronaves A380 já estava comprometida em outras rotas.

Ele afirmou que a operação poderá começar já no verão (no Hemisfério Norte), mas acrescentou: "Nós provavelmente incluiremos na programação de voo do inverno de 2014-2015." Segundo as regras da Índia, os aviões A380 serão autorizados a pousar nos quatro principais aeroportos do país - Nova Délhi, Mumbai, Bangalore e Hyderabad - que são equipados para receber esse tamanho de aeronave.

A decisão da Índia foi bem recebida pelas companhias estrangeiras que pretendem explorar o setor de viagens aéreas em rápido crescimento no país asiático.

O A380 pode transportar mais de 800 passageiros em uma configuração de classe única, e o governo havia proibido o seu uso por causa da preocupação de que as companhias aéreas estrangeiras dominariam o mercado de viagens internacionais.

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