Negócios

GM registra maior lucro trimestral desde 2004

Resultado da montadora no período chegou a US$ 1,3 bilhões

A empresa se declarou satisfeita com os resultados obtidos no 2º tri de 2010 (./Divulgação)

A empresa se declarou satisfeita com os resultados obtidos no 2º tri de 2010 (./Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h40.

Detroit - A General Motors apresentou seu melhor lucro trimestral em seis anos nesta quinta-feira, um dia antes de entrar com pedido para oferta pública inicial de ações, conforme esperado pelo mercado, abrindo caminho para que o governo dos Estados Unidos reduza sua participação na montadora.

A maior montadora dos Estados Unidos registrou lucro líquido de 1,3 bilhão de dólares no segundo trimestre, contra 865 milhões de dólares no primeiro quarto do ano. O resultado foi o maior para o período desde 2004.

A receita subiu para 33,2 bilhões de dólares, ante 31,5 bilhões de dólares no trimestre anterior, impulsionada por melhores resultados na América do Norte.

Fontes disseram à Reuters na quarta-feira que a montadora assegurou uma linha de crédito de 5 bilhões de dólares, marcando seu retorno ao mercado de capitais um ano após ressurgir do processo de concordata bancado pelo governo norte-americano.

A linha de crédito era o último obstáculo para o pedido de oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) que permitirá ao Tesouro dos Estados Unidos reduzir sua fatia de aproximadamente 61 por cento na GM.

Leia mais notícias sobre a autoindústria

Siga as notícias do site EXAME sobre Negócios no Twitter

Acompanhe tudo sobre:EmpresasIndústrias em geralEmpresas americanasLucroAutoindústriaMontadorasGM – General MotorsIndústria

Mais de Negócios

Ela apostou nas influencers antes dos outros. Agora, mira R$ 200 milhões com maquiagem para a gen Z

Ele criou um assistente de IA sem escrever uma linha de código — e fatura US$ 50 mil por mês

Aos 30 anos, elas criaram negócio de US$ 13 bilhões que atende cães como filhos — e faturam alto

A empresa dele fatura R$ 130 milhões alugando ar-condicionado — e vai dobrar a receita em 2026