Negócios

Lucro da Nokia cai menos que o esperado no trimestre

O lucro da empresa mostrou uma queda 73% à medida que novos modelos com o sistema Windows não compensaram o recuo nas vendas

Em fevereiro de 2011, a Nokia revelou uma estratégia de mudança para o software da Microsoft como parte de esforços para concorrer com a Apple (Toby Canham/Getty Images)

Em fevereiro de 2011, a Nokia revelou uma estratégia de mudança para o software da Microsoft como parte de esforços para concorrer com a Apple (Toby Canham/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de janeiro de 2012 às 09h04.

Helsinque - A Nokia, maior fabricante de telefones celulares do mundo em volume, registrou um lucro principal maior do que o esperado no quatro trimestre, informou a empresa nesta quinta-feira. Apesar disso, o lucro mostrou uma queda 73 por cento à medida que novos modelos com o sistema Windows não compensaram o recuo nas vendas dos outros smartphones da companhia.

O lucro principal da Nokia foi de 0,06 euro por ação, comparado com uma expectativa de 0,04 euro, informou a companhia nesta quinta-feira.

As vendas de celulares inteligentes da empresa no último trimestre caíram 31 por cento ante um ano antes, para 19,6 milhões de unidades, volume próximo das estimativas.

Em fevereiro do ano passado, a Nokia revelou uma estratégia de mudança para o software da Microsoft como parte de esforços para concorrer com a Apple e o Android, do Google.

A empresa afirmou que vendeu mais de 1 milhão de celulares com Windows até o final de janeiro.

"Mais de 1 milhão até agora é mais do que alguns estimavam, mas isso não vai preocupar a Apple ou o Google", afirmou o analista Nick Dillon, da empresa de pesquisa Ovum.

Acompanhe tudo sobre:Empresasempresas-de-tecnologiaLucroMicrosoftWindowsNokiaConcorrênciaBalanços

Mais de Negócios

Ele foi cortador de frios. Hoje, tem consultoria de tecnologia que fatura R$ 75 milhões

Assaí inaugura 1ª farmácia neste mês: 'Vamos gerar mais de 3 mil empregos neste ano', diz CEO

Como um caminhoneiro de SC virou dono de uma empresa de logística que vai faturar R$ 360 milhões

Este carioca deixou de ser motorista de aplicativo para liderar uma fintech de R$ 300 milhões