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Kinea, TPG e BTG estão de olho na Máquina de Vendas

Segundo reportagem do Estadão, fundos estariam interessados em comprar parte da varejista


	Ricardo Eletro: rede pertence à Maquina de Vendas
 (Divulgação)

Ricardo Eletro: rede pertence à Maquina de Vendas (Divulgação)

Daniela Barbosa

Daniela Barbosa

Publicado em 12 de maio de 2014 às 08h32.

São Paulo - Três fundos de investimentos estão na disputa pela Máquina de Vendas, varejista formada a partir da fusão das redes Ricardo Eletro e Insinuante. A companhia está à venda desde meados do ano passado. 

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, desta segunda-feira, o Kinea, do Itaú, o americano Texas Pacific Group (TPG) e o BTG Pactual, de André Esteves, estariam de olho em comprar parte da varejista. 

A informação que a Máquina de Vendas estava à procura de um comprador foi antecipada pela coluna Primeiro Lugar On-line, da revista Exame, em julho do ano passado.

Na ocasião, foi constatado que Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro, havia colocado suas ações à venda e que o banco de investimento Bradesco BBI coordenava a operação. O empresário detém 47% de participação na varejista.

Ainda de acordo com o Estadão, entre os fundos que disputam parte da rede, o Kinea seria o favorito a fechar negócio. Há dois meses, o fundo controlado pelo Itaú adquiriu parte da varejista Lojas Avenida. 

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